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Comandante do acesso volta para 'apagar incêndio' no Ramalhão

Sérgio Soares rescinde contrato com o Paraná
e acerta retorno para ajudar o Santo André na Série A


Dérek Bittencourt
Com Agências

08/09/2009 | 07:00


Ele está de volta. Sérgio Soares foi confirmado ontem pela diretoria do Santo André como novo treinador da equipe para a conclusão do Campeonato Brasileiro. Depois de comandar e conquistar o acesso à elite nacional com o vice da Série B no ano passado, a meta do técnico agora é trabalhar para manter o time na Série A (é o 17º colocado, na zona de rebaixamento, com 24 pontos).

"Sempre tive bom relacionamento no Santo André. Ano passado conquistamos o acesso, e espero repetir o bom trabalho para permanecer na elite", disse o treinador, que será apresentado hoje à tarde.

Ele rescindiu contrato com o Paraná ontem pela manhã e acertou com o Ramalhão até o fim de 2010, na quarta passagem pelo clube. Os fiéis escudeiros Denis Facincani (auxiliar) e Stelio Metzker (preparador físico) também retornam.

Sérgio Soares encerrou a carreira como jogador no próprio Ramalhão, durante a Copa do Brasil de 2004. Com ambição de ser treinador, logo em seguida tornou-se auxiliar de Péricles Chamusca e aproveitou a suspensão do técnico para comandar o time na segunda partida semifinal contra o XV de Novembro e nas finais contra o Flamengo.

Após o título da Copa do Brasil, Chamusca saiu e Soares foi efetivado no cargo, que deixou em 2005. Retornou para uma passagem de sete meses em 2007 e outra de oito meses no ano passado, quando também dirigiu o time na final da Série A-2 do Paulista, competição em que sagrou-se campeão.

O último jogo a frente do Ramalhão foi justamente contra o Paraná, na despedida da Série B. Passou, depois, por Ponte Preta e São Caetano.

Sobre a saída repentina do time paranaense, Soares declarou que foi de forma amistosa. "Decidi voltar à São Paulo porque, além do convite do Santo André, questões familiares também pesaram. Conversei com a diretoria de lá (Paraná), que entendeu minha situação e aceitou minha saída."

De acordo com o vice-presidente da Gestão Empresarial, Romualdo Magro Júnior, o Santo André acertou na contratação. "O nome dele foi o que achamos melhor em razão do pedido dos jogadores por um treinador que conhecesse o clube e o elenco. E outra coisa, faltam poucas rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, e não dá tempo para adaptação", comentou o dirigente.



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