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Laudo sobre suspeita de aftosa no PR deverá ficar pronto nesta 4ª


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

25/10/2005 | 10:19


O laudo sobre a suspeita de contaminação de febre aftosa em 19 animais do Paraná deve ser divulgado nesta quarta-feira. Os primeiros casos de suspeita da doença no Estado surgiram no último dia 20, nos municípios de Amaporã, Loanda e Maringá e Grandes Rios. Foram identificados quatro focos suspeitos em animais que participaram de uma feira em Londrina e apresentavam febre, salivação abundante e dificuldade para caminhar.

De acordo com relatório divulgado pela Secretaria Estadual da Agricultura, em quatro das 70 propriedades vistoriadas porque receberam animais do Mato Grosso do Sul ou tiveram gado da raça Limosin exposto na feria de Londrina, os animais apresentaram sintomas de aftosa. "São 19 animais suspeitos num rebanho de 5,1 mil cabeças", afirmou o secretário da Agricultura, Orlando Pessuti, ao ressaltar que há 10 anos o Paraná não apresentava a doença e sempre obteve altos índices de cobertura da vacina contra aftosa. A última cobertura foi de 98,76%.

A próxima campanha terá início no dia 1.º de novembro. A secretaria recomenda aos produtores paranaenses que não antecipem a vacinação, principalmente nos municípios onde há suspeitas de casos da doença. Segundo os técnicos da Divisão de Defesa Sanitária Animal, antecipar poderá contribuir para a alteração dos resultados dos exames realizados em animais que se encontram nas regiões em torno das propriedades suspeitas. Com isso, caso as suspeitas sejam confirmadas, ao invés do Paraná recuperar o status de Estado livre de aftosa com vacinação em seis meses, deverá esperar até dois anos.

O secretário de Agricultura critica as barreiras impostas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a todos os produtos de origem animal do Paraná. O governo está solicitando aos secretários de agricultura desses Estados que a restrição ocorra apenas aos produtos que ofereçam riscos reais de contaminação, como determina o Ministério da Agricultura e a Organização Mundial de Saúde Animal.

Segundo o secretário, estão sendo tomadas providências necessárias para proteger o rebanho paranaense. Foram intensificadas as barreiras sanitárias na divisa com Mato Grosso do Sul e está proibida no Estado a realização de qualquer evento que reúna animais, como feiras, leilões e rodeios, até que as suspeitas de focos sejam esclarecidas.



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