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Jair Rodrigues não
perde o entusiasmo

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cantor lança o projeto Samba Mesmo, com
versões de clássicos da música popular brasileira


Gustavo Cipriano
Especial para o Diário

23/03/2014 | 07:00


Setenta e cinco anos de idade e 55 de carreira. Os números parecem não assustar Jair Rodrigues. Alegre o tempo todo, o artista fala entusiasmado sobre o seu mais novo projeto duplo, Samba Mesmo (Som Livre, R$ 25 em média cada). “Fiquei muito feliz quando fui ao camarim de Roberto Carlos em um de seus shows, pedir para cantar Como é Grande o Meu Amor Por Você e ele disse ‘sim’. Queria gravar essa canção faz tempo”, fala cantarolando a composição do Rei durante a conversa com o Diário por telefone.

Os dois novos álbuns lançados por Jair contam com canções clássicas da música popular brasileira que o artista ainda não havia gravado. Todas elas estão em ritmo de samba. Trem das Onze, Fita Amarela e Conceição são mais algumas das canções interpretadas.

As faixas foram todas transformadas em um som cadenciado, mais suave de se ouvir. “A intenção foi fazer aquele tipo de samba que a gente simplesmente senta em um banquinho com um violão e toca calmamente”, comenta Jair.

A ideia de Samba Mesmo foi dada pelo filho do intérprete, Jair Oliveira. O compositor e músico foi quem produziu as 26 músicas dos dois discos.

Junto com a irmã Luciana Melo, o primogênito da família também faz participação na versão do pai da música Rancho Fundo, de Chitãozinho e Xororó. “Eu gravei a música inteira sozinho. Aí, eles gravaram as vozes deles e editaram em segredo. Foi uma linda surpresa quando ouvi a canção pronta”, recorda o patriarca, dando uma palinha de sua interpretação do clássico.

REPERTÓRIO

Segundo o cantor, a escolha do repertório foi trabalhosa. Primeiro, foram selecionadas 38 faixas. Depois esse número foi cortado para 23 canções.

As outras três obras que completam os discos são inéditas: Se Você Deixar, do baiano Roque Ferreira; Todos os Sentidos, de Martinho da Vila (presentes em Volume 1) e Força da Natureza (no Volume 2), do próprio Jair em parceria com Carlos Odilon e Orlando Marques. Essa, aliás, é a primeira vez em nove anos que o veterano cantor coloca músicas inéditas em um álbum de estúdio. Isso não ocorria desde o CD Alma Negra, de 2005.

O projeto duplo terá show de lançamento no dia 5, às 21h, no Auditório Ibirapuera, no Parque do Ibirapuera (Avenida Pedro Alvares Cabral, portão 2. Tel.: 3629-1075), em São Paulo. As entradas custam R$ 20 e podem ser adquiridas na bilheteria do local ou por meio do site Ingresso.Com (www. ingresso.com).



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Jair Rodrigues não
perde o entusiasmo

Cantor lança o projeto Samba Mesmo, com
versões de clássicos da música popular brasileira

Gustavo Cipriano
Especial para o Diário

23/03/2014 | 07:00


Setenta e cinco anos de idade e 55 de carreira. Os números parecem não assustar Jair Rodrigues. Alegre o tempo todo, o artista fala entusiasmado sobre o seu mais novo projeto duplo, Samba Mesmo (Som Livre, R$ 25 em média cada). “Fiquei muito feliz quando fui ao camarim de Roberto Carlos em um de seus shows, pedir para cantar Como é Grande o Meu Amor Por Você e ele disse ‘sim’. Queria gravar essa canção faz tempo”, fala cantarolando a composição do Rei durante a conversa com o Diário por telefone.

Os dois novos álbuns lançados por Jair contam com canções clássicas da música popular brasileira que o artista ainda não havia gravado. Todas elas estão em ritmo de samba. Trem das Onze, Fita Amarela e Conceição são mais algumas das canções interpretadas.

As faixas foram todas transformadas em um som cadenciado, mais suave de se ouvir. “A intenção foi fazer aquele tipo de samba que a gente simplesmente senta em um banquinho com um violão e toca calmamente”, comenta Jair.

A ideia de Samba Mesmo foi dada pelo filho do intérprete, Jair Oliveira. O compositor e músico foi quem produziu as 26 músicas dos dois discos.

Junto com a irmã Luciana Melo, o primogênito da família também faz participação na versão do pai da música Rancho Fundo, de Chitãozinho e Xororó. “Eu gravei a música inteira sozinho. Aí, eles gravaram as vozes deles e editaram em segredo. Foi uma linda surpresa quando ouvi a canção pronta”, recorda o patriarca, dando uma palinha de sua interpretação do clássico.

REPERTÓRIO

Segundo o cantor, a escolha do repertório foi trabalhosa. Primeiro, foram selecionadas 38 faixas. Depois esse número foi cortado para 23 canções.

As outras três obras que completam os discos são inéditas: Se Você Deixar, do baiano Roque Ferreira; Todos os Sentidos, de Martinho da Vila (presentes em Volume 1) e Força da Natureza (no Volume 2), do próprio Jair em parceria com Carlos Odilon e Orlando Marques. Essa, aliás, é a primeira vez em nove anos que o veterano cantor coloca músicas inéditas em um álbum de estúdio. Isso não ocorria desde o CD Alma Negra, de 2005.

O projeto duplo terá show de lançamento no dia 5, às 21h, no Auditório Ibirapuera, no Parque do Ibirapuera (Avenida Pedro Alvares Cabral, portão 2. Tel.: 3629-1075), em São Paulo. As entradas custam R$ 20 e podem ser adquiridas na bilheteria do local ou por meio do site Ingresso.Com (www. ingresso.com).

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