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Empresas da região buscam profissionais especializados

Foco está em vendedores atuantes na indústria e profissionais da área contábil/jurídica


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

25/11/2013 | 07:07


Procurar emprego não é tarefa fácil, mas encontrar as pessoas ideais para ocupar as vagas existentes também exige muito esforço e garimpo, por parte das consultorias de recrutamento. No Grande ABC, para 2014, essas empresas e as indústrias estarão atrás de vendedores técnicos (que atuam na área industrial e têm a função de comercializar os produtos) e dos profissionais da área fiscal, jurídica e contábil, principalmente. “Temos uma dificuldade enorme de conseguir essas pessoas. Muitas vezes falta experiência, outras, idiomas, outras vezes habilidades comportamentais”, enumera Marta Chiavegatti, gerente da Divisão de Finanças e Contabilidade da consultoria de Recursos Humanos Robert Half e responsável pelo escritório do Grande ABC e Baixada Santista.

Segundo ela, as sete cidades carecem de profissionais que se reciclaram ao longo desses anos. “Por ser uma região muito industrial, a impressão é de que muitos deixaram de lado a busca por novas ferramentas, aprendizados. Isso faz toda a diferença.”

Além das funções mais difíceis de se preencher na região, para 2014, algumas profissões continuarão em alta. A começar por engenheiros. “Há falta de talentos em todas as áreas. A cada ano, mais profissionais ingressam no mercado de trabalho, mas sem a qualidade necessária e exigida pelo segmento, como fluência em inglês e habilidade de comunicação”, ressalta Daniela Ribeiro, gerente da divisão de Engenharia da Robert Half. A expectativa salarial para engenheiro, por exemplo, é de até R$ 12 mil, 31% a mais que o apontado pelo Guia Salarial 2013.

O cenário também é bastante favorável para os profissionais de finanças e contabilidade. Antes vistas como áreas de suporte, essas posições já são reconhecidas dentro das companhias como estratégicas para o negócio. Segundo a consultoria, para os cargos de analista contábil/fiscal sênior e de diretor financeiro deve haver incrementos salariais de 25% e 10%, respectivamente, em 2014. Bens de capital, agronegócios, energia e indústrias são os setores mais aquecidos, além do segmento de petróleo e gás.

Empresas de logística, serviços, energia, construção civil, química e agronegócios são as que mais demandaram profissionais especializados neste ano e devem continuar aquecidas no próximo ano. “Há muitas vagas no mercado para profissionais de compras e logística. Há salários de compradores que chegarão a R$ 13 mil”, diz Daniela.  



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Empresas da região buscam profissionais especializados

Foco está em vendedores atuantes na indústria e profissionais da área contábil/jurídica

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

25/11/2013 | 07:07


Procurar emprego não é tarefa fácil, mas encontrar as pessoas ideais para ocupar as vagas existentes também exige muito esforço e garimpo, por parte das consultorias de recrutamento. No Grande ABC, para 2014, essas empresas e as indústrias estarão atrás de vendedores técnicos (que atuam na área industrial e têm a função de comercializar os produtos) e dos profissionais da área fiscal, jurídica e contábil, principalmente. “Temos uma dificuldade enorme de conseguir essas pessoas. Muitas vezes falta experiência, outras, idiomas, outras vezes habilidades comportamentais”, enumera Marta Chiavegatti, gerente da Divisão de Finanças e Contabilidade da consultoria de Recursos Humanos Robert Half e responsável pelo escritório do Grande ABC e Baixada Santista.

Segundo ela, as sete cidades carecem de profissionais que se reciclaram ao longo desses anos. “Por ser uma região muito industrial, a impressão é de que muitos deixaram de lado a busca por novas ferramentas, aprendizados. Isso faz toda a diferença.”

Além das funções mais difíceis de se preencher na região, para 2014, algumas profissões continuarão em alta. A começar por engenheiros. “Há falta de talentos em todas as áreas. A cada ano, mais profissionais ingressam no mercado de trabalho, mas sem a qualidade necessária e exigida pelo segmento, como fluência em inglês e habilidade de comunicação”, ressalta Daniela Ribeiro, gerente da divisão de Engenharia da Robert Half. A expectativa salarial para engenheiro, por exemplo, é de até R$ 12 mil, 31% a mais que o apontado pelo Guia Salarial 2013.

O cenário também é bastante favorável para os profissionais de finanças e contabilidade. Antes vistas como áreas de suporte, essas posições já são reconhecidas dentro das companhias como estratégicas para o negócio. Segundo a consultoria, para os cargos de analista contábil/fiscal sênior e de diretor financeiro deve haver incrementos salariais de 25% e 10%, respectivamente, em 2014. Bens de capital, agronegócios, energia e indústrias são os setores mais aquecidos, além do segmento de petróleo e gás.

Empresas de logística, serviços, energia, construção civil, química e agronegócios são as que mais demandaram profissionais especializados neste ano e devem continuar aquecidas no próximo ano. “Há muitas vagas no mercado para profissionais de compras e logística. Há salários de compradores que chegarão a R$ 13 mil”, diz Daniela.  

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