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Brasil x Argentina


Anelisa Lopes
Do Diário do Grande ABC

01/11/2006 | 10:32


Os dois são novidades no mercado, trazem uma boa relação custo/benefício, são equipados com motor 2.0 a gasolina e possuem câmbio automático. O fato de um ser feito na Argentina e o outro no Brasil, porém, reforça que estes sedãs já nasceram rivais.

O que dá uma pequena vantagem ao argentino Peugeot 307 Sedan Feline (R$ 68.450) em relação ao brasileiro Renault Mégane Sedan Dynamique (R$ 65.990) é o desempenho. Com potência maior, o 307 mostra mais atitude na performance.

A chegada da versão sedã do Peugeot 307 incluiu a marca no segmento de sedãs médios, que se tornou competitivo desde a chegada do Chevrolet Vectra no fim do ano passado.

O contraste entre a traseira simples e a dianteira moderna do 307, no entanto, enfatiza a vocação do carro para ser hatch, perua ou conversível. A marca poderia ter abusado um pouco mais da ousadia para criar a parte de trás.

A missão de oferecer mais espaço, no entanto, foi cumprida. O bagageiro do 307 Sedan comporta um bom volume: são 506 litros. O Mégane, porém, ganha com 520 litros e maior espaço na cabine.

O Peugeot traz um motor 2.0 a gasolina de 143 cv de potência a 6.000 giros. O torque máximo, atingido aos 4.000 rpm, é de 20 mkgf. O câmbio é automático de cinco relações, com a vantagem de ter opção de trocas manuais (não disponível no Mégane).

Menos potente, mas melhor resolvido como sedã, o Mégane vem equipado com um propulsor 2.0, também a gasolina, que desenvolve 138 cv a 5.500 rpm e 19,2 mkgf a 3.750 giros.

A transmissão do Mégane é automática de quatro velocidades. O motor sofre um pouco, e também se torna barulhento, na troca de marchas.


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Brasil x Argentina

Anelisa Lopes
Do Diário do Grande ABC

01/11/2006 | 10:32


Os dois são novidades no mercado, trazem uma boa relação custo/benefício, são equipados com motor 2.0 a gasolina e possuem câmbio automático. O fato de um ser feito na Argentina e o outro no Brasil, porém, reforça que estes sedãs já nasceram rivais.

O que dá uma pequena vantagem ao argentino Peugeot 307 Sedan Feline (R$ 68.450) em relação ao brasileiro Renault Mégane Sedan Dynamique (R$ 65.990) é o desempenho. Com potência maior, o 307 mostra mais atitude na performance.

A chegada da versão sedã do Peugeot 307 incluiu a marca no segmento de sedãs médios, que se tornou competitivo desde a chegada do Chevrolet Vectra no fim do ano passado.

O contraste entre a traseira simples e a dianteira moderna do 307, no entanto, enfatiza a vocação do carro para ser hatch, perua ou conversível. A marca poderia ter abusado um pouco mais da ousadia para criar a parte de trás.

A missão de oferecer mais espaço, no entanto, foi cumprida. O bagageiro do 307 Sedan comporta um bom volume: são 506 litros. O Mégane, porém, ganha com 520 litros e maior espaço na cabine.

O Peugeot traz um motor 2.0 a gasolina de 143 cv de potência a 6.000 giros. O torque máximo, atingido aos 4.000 rpm, é de 20 mkgf. O câmbio é automático de cinco relações, com a vantagem de ter opção de trocas manuais (não disponível no Mégane).

Menos potente, mas melhor resolvido como sedã, o Mégane vem equipado com um propulsor 2.0, também a gasolina, que desenvolve 138 cv a 5.500 rpm e 19,2 mkgf a 3.750 giros.

A transmissão do Mégane é automática de quatro velocidades. O motor sofre um pouco, e também se torna barulhento, na troca de marchas.

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