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Santo André garante
moradias a sem-teto

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Total de 910 unidades serão erguidas no Jardim
do Estádio por meio do Minha Casa, Minha Vida


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

12/07/2014 | 07:00


 O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), assinou ontem contrato que determina a construção de 910 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida na cidade. O terreno que irá abrigar as moradias estava ocupado até novembro pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) e fica localizado na Rua Adriático, no Jardim do Estádio.

O empreendimento irá beneficiar 310 famílias sem-teto, que atualmente recebem auxílio-aluguel. Um dos líderes do MTST na região, Zezito Alves, disse que os beneficiados serão escolhidos “de acordo com as necessidades e também com a participação no movimento.” As outras 600 unidades ficarão à disposição da Prefeitura e serão destinadas a pessoas cadastradas em programas habitacionais do município.

Segundo o antigo proprietário, o investimento na compra do terreno, que tem 25 mil m², foi de R$ 4,5 milhões por parte da administração municipal. Já as unidades habitacionais terão aporte financeiro de R$ 18,2 milhões do governo do Estado, por meio do Programa Casa Paulista, e R$ 69,1 milhões do governo federal, oriundos do Programa Minha Casa, Minha Vida.

“Ainda não definimos as famílias que serão indicadas, mas vamos priorizar as que estão em situação de risco, como nas comunidades Gamboa e Jardim Irene. Nossa intenção é viabilizar outros empreendimentos até o fim deste ano, nos quais serão priorizados munícipes de baixa renda que pagam aluguel”, disse Grana.

Em relação aos moradores que continuam na área da Gamboa, o que impede o início das obras de revitalização do Parque Central, o prefeito afirmou que o prazo para a retirada vai até o fim deste ano. A secretária adjunta de Desenvolvimento Urbano e Habitação da cidade, Denise Zirondi, explicou que a desocupação da Gamboa é mais difícil que a do terreno no Jardim do Estádio. “Além de retirar as famílias, temos de nos preocupar em demolir todos os barracos, porque se forem deixados lá, são novamente ocupados.”

OBRAS

Ainda não há previsão para o início da construção das unidades no Jardim do Estádio, já que, segundo o prefeito, falta concluir o projeto, apesar de o investimento estar disponibilizado pela Caixa Econômica Federal. O prazo para a entrega dos apartamentos é de aproximadamente 18 meses após o início das obras.

Também assinaram o contrato representantes do MTST, da Caixa e do Programa Casa Paulista, além do ex-proprietário do terreno, o empresário Flávio Baroni Pereira.

O deficit habitacional de Santo André é de 24 mil unidades. Conforme o MTST, na cidade há 800 famílias que participam do movimento.



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Santo André garante
moradias a sem-teto

Total de 910 unidades serão erguidas no Jardim
do Estádio por meio do Minha Casa, Minha Vida

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

12/07/2014 | 07:00


 O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), assinou ontem contrato que determina a construção de 910 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida na cidade. O terreno que irá abrigar as moradias estava ocupado até novembro pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) e fica localizado na Rua Adriático, no Jardim do Estádio.

O empreendimento irá beneficiar 310 famílias sem-teto, que atualmente recebem auxílio-aluguel. Um dos líderes do MTST na região, Zezito Alves, disse que os beneficiados serão escolhidos “de acordo com as necessidades e também com a participação no movimento.” As outras 600 unidades ficarão à disposição da Prefeitura e serão destinadas a pessoas cadastradas em programas habitacionais do município.

Segundo o antigo proprietário, o investimento na compra do terreno, que tem 25 mil m², foi de R$ 4,5 milhões por parte da administração municipal. Já as unidades habitacionais terão aporte financeiro de R$ 18,2 milhões do governo do Estado, por meio do Programa Casa Paulista, e R$ 69,1 milhões do governo federal, oriundos do Programa Minha Casa, Minha Vida.

“Ainda não definimos as famílias que serão indicadas, mas vamos priorizar as que estão em situação de risco, como nas comunidades Gamboa e Jardim Irene. Nossa intenção é viabilizar outros empreendimentos até o fim deste ano, nos quais serão priorizados munícipes de baixa renda que pagam aluguel”, disse Grana.

Em relação aos moradores que continuam na área da Gamboa, o que impede o início das obras de revitalização do Parque Central, o prefeito afirmou que o prazo para a retirada vai até o fim deste ano. A secretária adjunta de Desenvolvimento Urbano e Habitação da cidade, Denise Zirondi, explicou que a desocupação da Gamboa é mais difícil que a do terreno no Jardim do Estádio. “Além de retirar as famílias, temos de nos preocupar em demolir todos os barracos, porque se forem deixados lá, são novamente ocupados.”

OBRAS

Ainda não há previsão para o início da construção das unidades no Jardim do Estádio, já que, segundo o prefeito, falta concluir o projeto, apesar de o investimento estar disponibilizado pela Caixa Econômica Federal. O prazo para a entrega dos apartamentos é de aproximadamente 18 meses após o início das obras.

Também assinaram o contrato representantes do MTST, da Caixa e do Programa Casa Paulista, além do ex-proprietário do terreno, o empresário Flávio Baroni Pereira.

O deficit habitacional de Santo André é de 24 mil unidades. Conforme o MTST, na cidade há 800 famílias que participam do movimento.

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