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Estarei à disposição do Atila, diz Chico do Judô

Anderson Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/11/2016 | 07:00


De volta à Câmara de Mauá após 12 anos, Chico do Judô (PEN) disse que estará à disposição do prefeito eleito, Atila Jacomussi (PSB), seja para ficar como vereador – assume o mandato no dia 1º de janeiro de 2017 – ou no primeiro escalão do futuro governo.

Em visita à sede do Diário, Chico afirmou que tem predileção por exercer função parlamentar, “mas se ele (Atila) entender que tenho importância na administração, eu vou”. “Se ele achar que minha ajuda é no secretariado, eu vou, desde que compatível com os conhecimentos que tenho, porque, caso contrário, eu não ajudo. Agora, se ele pedir minha opinião, direi que ficarei na Câmara para assumir vaga à qual fui eleito (com 2.361 votos).”

Dentro do núcleo duro do futuro governo de Atila, Chico é destacado para duas atividades: ou assume Pasta importante ou é escolhido pelo grupo governista para ser o candidato à presidência da Câmara.

Aos 66 anos, Chico do Judô partirá para o quinto mandato depois de longo hiato em mandatos eletivos. Sua última vitória foi em 2000, quando, pelo PPS, recebeu 2.469 votos. De lá para cá, apesar de boas votações, ficou fora pelo quociente eleitoral. Neste meio-tempo também foi convidado para ser secretário de Esportes no governo de Leonel Damo (PMDB) e ouvidor municipal na gestão de Oswaldo Dias (PT).

Na visão dele, Atila terá dificuldades por dois fatores que herdará da administração de Donisete Braga (PT): os termos da renegociação da dívida com a Caixa Econômica Federal pelo empréstimo contraído para canalização do Córrego Corumbé e pelo passivo que a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) cobra da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). “Ele tem tudo para fazer um bom governo, se tiver cabeça no lugar e fizer gerenciamento na Prefeitura de Mauá. Ele tem de gerenciar como se fosse dona de casa, sabendo que tem de colocar a coisa para funcionar sem luxos. Um arroz de terceira (qualidade) alimenta tanto quanto um de primeira.”

Sobre funcionalidade do plano de governo – criticado por Donisete e também por Clóvis Volpi (ex-PSDB), terceiro colocado no pleito –, Chico do Judô avaliou que as propostas de Atila cabem no Orçamento: “É só não roubar”. “Quando o Diário mostra que o governo paga R$ 20 pelo quilo da almôndega em vez de R$ 6, é preciso aumentar impostos. Mas se pagar os R$ 6 pela almôndega, não precisa aumentar nada. Não tem que inventar de fazer monte de obra ou continuar pagando aluguel para alocar departamentos públicos. Por que o secretário precisa de escritório de luxo?” 



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Estarei à disposição do Atila, diz Chico do Judô

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/11/2016 | 07:00


De volta à Câmara de Mauá após 12 anos, Chico do Judô (PEN) disse que estará à disposição do prefeito eleito, Atila Jacomussi (PSB), seja para ficar como vereador – assume o mandato no dia 1º de janeiro de 2017 – ou no primeiro escalão do futuro governo.

Em visita à sede do Diário, Chico afirmou que tem predileção por exercer função parlamentar, “mas se ele (Atila) entender que tenho importância na administração, eu vou”. “Se ele achar que minha ajuda é no secretariado, eu vou, desde que compatível com os conhecimentos que tenho, porque, caso contrário, eu não ajudo. Agora, se ele pedir minha opinião, direi que ficarei na Câmara para assumir vaga à qual fui eleito (com 2.361 votos).”

Dentro do núcleo duro do futuro governo de Atila, Chico é destacado para duas atividades: ou assume Pasta importante ou é escolhido pelo grupo governista para ser o candidato à presidência da Câmara.

Aos 66 anos, Chico do Judô partirá para o quinto mandato depois de longo hiato em mandatos eletivos. Sua última vitória foi em 2000, quando, pelo PPS, recebeu 2.469 votos. De lá para cá, apesar de boas votações, ficou fora pelo quociente eleitoral. Neste meio-tempo também foi convidado para ser secretário de Esportes no governo de Leonel Damo (PMDB) e ouvidor municipal na gestão de Oswaldo Dias (PT).

Na visão dele, Atila terá dificuldades por dois fatores que herdará da administração de Donisete Braga (PT): os termos da renegociação da dívida com a Caixa Econômica Federal pelo empréstimo contraído para canalização do Córrego Corumbé e pelo passivo que a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) cobra da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). “Ele tem tudo para fazer um bom governo, se tiver cabeça no lugar e fizer gerenciamento na Prefeitura de Mauá. Ele tem de gerenciar como se fosse dona de casa, sabendo que tem de colocar a coisa para funcionar sem luxos. Um arroz de terceira (qualidade) alimenta tanto quanto um de primeira.”

Sobre funcionalidade do plano de governo – criticado por Donisete e também por Clóvis Volpi (ex-PSDB), terceiro colocado no pleito –, Chico do Judô avaliou que as propostas de Atila cabem no Orçamento: “É só não roubar”. “Quando o Diário mostra que o governo paga R$ 20 pelo quilo da almôndega em vez de R$ 6, é preciso aumentar impostos. Mas se pagar os R$ 6 pela almôndega, não precisa aumentar nada. Não tem que inventar de fazer monte de obra ou continuar pagando aluguel para alocar departamentos públicos. Por que o secretário precisa de escritório de luxo?” 

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