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Honda Civic Sport: Conforto de sedã, design de esportivo

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Victor Hugo Storti
Especial para o Diário

04/11/2016 | 07:00


O cenário escolhido para o test-drive da versão Sport do novo Honda Civic não poderia ser melhor. Na estrada cheia de curvas que dá acesso ao distrito de Luís Carlos, em Guararema, Interior de São Paulo, o sedã médio mostrou que evoluiu em vários quesitos. Além do design, que atrai olhares por onde passa, esta décima geração dá aula de conforto e de dirigibilidade.

A opção de entrada do portfólio vem equipada com o já conhecido motor 2.0 i-VTEC FlexOne de 155 cv (a 6.300 rpm) e 19,5 quilos de torque a 4.800 giros – dados com etanol no tanque. Com gasolina, os números caem para 150 cv e 19,3 mkgf a 4.700 rotações.

O três-volumes é oferecido com duas opções de câmbio: manual de seis marchas (exclusivo na versão Sport, de R$ 87,9 mil), e CVT (continuamente variável), que não sai por menos de R$ 94,9 mil.

A configuração é recheada de itens exclusivos, como as rodas de liga leve de 17 polegadas escurecidas e a grade frontal em black piano. Por dentro os bancos, em tecido preto, oferecem possibilidade de condução em posição mais baixa, o que denota ainda mais esportividade, assim como o uso de tom escuro do revestimento interior.

AO VOLANTE
Na hora de dirigir a diversão é garantida, até mesmo quando opta-se pela transmissão CVT, cujas trocas de marcha podem ser feitas com o auxílio de aletas atrás do volante. Ponto positivo para o modo Sport, que efetua as trocas em rotações mais elevadas.

Já a configuração manual agrada pelos engates curtos e precisos. Além disso, o sedã japonês (produzido no Brasil) responde bem às acelerações e retomadas.

Outro ponto de destaque vai para o sistema de suspensão do veículo, que filtra com maestria as irregularidades do solo e oferece mais conforto aos ocupantes – mas sem ser molenga. A dianteira é independente MacPherson com buchas hidráulicas, e a traseira, independente multibraços.

Mesmo com a posição de dirigir mais baixa, que influencia para condução mais esportiva, nada de cansaço ao volante do sedã. Soma-se a isso o baixo nível de ruído dentro da cabine, que recebeu ganho no isolamento acústico.

Ainda da porta para dentro, apesar de ter perdido a ostentação dos dois andares, o painel do novo Civic Sport é bem montado e agradável ao toque. Aliás, o espaço interno foi ampliado e é bastante satisfatório mesmo com cinco pessoas a bordo.

O Civic Sport vem equipado com ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, seis air bags (frontais, laterais e de cortina), sistema de vetorização de torque (que oferece mais segurança nas curvas), Isofix e faróis de neblina, de série.

Apesar de oferecer quatro alto-falantes e reunir câmera de ré e conexões bluetooth e USB, a central multimídia do modelo não tem tela sensível ao toque. Poderia! Afinal, estamos falando de um carro que ronda os R$ 90 mil.

De acordo com a Honda, o Civic Sport vai abocanhar 24% do mix de vendas totais do portfólio, sendo 3% para a versão manual e 21% para a configuração equipada com câmbio CVT. 



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Honda Civic Sport: Conforto de sedã, design de esportivo

Victor Hugo Storti
Especial para o Diário

04/11/2016 | 07:00


O cenário escolhido para o test-drive da versão Sport do novo Honda Civic não poderia ser melhor. Na estrada cheia de curvas que dá acesso ao distrito de Luís Carlos, em Guararema, Interior de São Paulo, o sedã médio mostrou que evoluiu em vários quesitos. Além do design, que atrai olhares por onde passa, esta décima geração dá aula de conforto e de dirigibilidade.

A opção de entrada do portfólio vem equipada com o já conhecido motor 2.0 i-VTEC FlexOne de 155 cv (a 6.300 rpm) e 19,5 quilos de torque a 4.800 giros – dados com etanol no tanque. Com gasolina, os números caem para 150 cv e 19,3 mkgf a 4.700 rotações.

O três-volumes é oferecido com duas opções de câmbio: manual de seis marchas (exclusivo na versão Sport, de R$ 87,9 mil), e CVT (continuamente variável), que não sai por menos de R$ 94,9 mil.

A configuração é recheada de itens exclusivos, como as rodas de liga leve de 17 polegadas escurecidas e a grade frontal em black piano. Por dentro os bancos, em tecido preto, oferecem possibilidade de condução em posição mais baixa, o que denota ainda mais esportividade, assim como o uso de tom escuro do revestimento interior.

AO VOLANTE
Na hora de dirigir a diversão é garantida, até mesmo quando opta-se pela transmissão CVT, cujas trocas de marcha podem ser feitas com o auxílio de aletas atrás do volante. Ponto positivo para o modo Sport, que efetua as trocas em rotações mais elevadas.

Já a configuração manual agrada pelos engates curtos e precisos. Além disso, o sedã japonês (produzido no Brasil) responde bem às acelerações e retomadas.

Outro ponto de destaque vai para o sistema de suspensão do veículo, que filtra com maestria as irregularidades do solo e oferece mais conforto aos ocupantes – mas sem ser molenga. A dianteira é independente MacPherson com buchas hidráulicas, e a traseira, independente multibraços.

Mesmo com a posição de dirigir mais baixa, que influencia para condução mais esportiva, nada de cansaço ao volante do sedã. Soma-se a isso o baixo nível de ruído dentro da cabine, que recebeu ganho no isolamento acústico.

Ainda da porta para dentro, apesar de ter perdido a ostentação dos dois andares, o painel do novo Civic Sport é bem montado e agradável ao toque. Aliás, o espaço interno foi ampliado e é bastante satisfatório mesmo com cinco pessoas a bordo.

O Civic Sport vem equipado com ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, seis air bags (frontais, laterais e de cortina), sistema de vetorização de torque (que oferece mais segurança nas curvas), Isofix e faróis de neblina, de série.

Apesar de oferecer quatro alto-falantes e reunir câmera de ré e conexões bluetooth e USB, a central multimídia do modelo não tem tela sensível ao toque. Poderia! Afinal, estamos falando de um carro que ronda os R$ 90 mil.

De acordo com a Honda, o Civic Sport vai abocanhar 24% do mix de vendas totais do portfólio, sendo 3% para a versão manual e 21% para a configuração equipada com câmbio CVT. 

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