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Rotary confirma atraso no pagamento de festival

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Evento da Prefeitura de Ribeirão, realizado em
agosto, ainda tem pendências com artistas locais


Caio dos Reis
Especial para o Diário

31/10/2015 | 07:00


A décima edição do Festival do Chocolate, promovida pela Prefeitura de Ribeirão Pires nos fins de semana de agosto, ainda contabiliza pendências financeiras. Artistas locais que atuaram em um dos palcos do evento estão sem receber pagamento pela apresentação. Em crise financeira e adotando medidas de aperto nos cintos, o Paço não efetivou repasse para o Rotary Club da cidade – instituição, por meio de convênio, responsável pelo acordo – concretizar o depósito dos cachês.

“Realmente existe um atraso, mas o departamento jurídico e a contabilidade já estão cuidando desta questão e o pagamento será feito o mais rápido possível. Os artistas podem ficar tranquilos”, admitiu a presidente do Rotary Club de Ribeirão, Clarisse Vieira dos Santos, ao ponderar sobre a situação. O governo Saulo Benevides (PMDB) estimou gastar R$ 2 milhões com a organização dos shows de artistas com altos cachês, casos de Anitta, Titãs, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba e Diogo Nogueira. A proposta do Paço era compensar as despesas do evento com a venda de ingressos, o que sinaliza não ter sido suficiente.

Um dos artistas locais, que não quis se identificar, e que se apresentou no festival no palco Chocolate alegou que a quitação dos valores estava acertada para acontecer dez dias após realização do show. “É falta de respeito isso (não ter honrado o compromisso). Nós subimos (no evento) e fizemos nosso trabalho como foi combinado e não recebemos o cachê. Tenho certeza que os pagamentos dos artistas mais famosos já foram feitos”, disse o cantor, sem revelar o custo da exibição. A lista dos cachês menores variava de R$ 5.000 a R$ 20 mil.

Na última sessão do Legislativo, o vereador Eduardo Nogueira (SD) protocolou requerimento que solicita ao Executivo informações quanto ao imbróglio que se arrasta desde então. “É desvalorização do artista local”, afirmou o parlamentar.

O Executivo alegou que os gastos para pagamentos de artistas é de responsabilidade do Rotary, conforme convênio celebrado. “A Prefeitura realizará repasse ao Rotary para conclusão de qualquer pendência após apresentação formal de balanço financeiro do festival, exatamente como regem as cláusulas do citado convênio.”

Clarisse justificou, por sua vez, que o pagamento só será convertido após a consolidação do repasse por parte do Paço. “O contrato foi firmado em parceria com a Prefeitura, que deu o aval para cuidarmos desta parte. Existe impasse quanto aos valores pela burocracia das secretarias. Tanto o Paço quanto a gente têm a ver com esse atraso. Não conseguimos fazer o pagamento sem a verba.” 



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Rotary confirma atraso no pagamento de festival

Evento da Prefeitura de Ribeirão, realizado em
agosto, ainda tem pendências com artistas locais

Caio dos Reis
Especial para o Diário

31/10/2015 | 07:00


A décima edição do Festival do Chocolate, promovida pela Prefeitura de Ribeirão Pires nos fins de semana de agosto, ainda contabiliza pendências financeiras. Artistas locais que atuaram em um dos palcos do evento estão sem receber pagamento pela apresentação. Em crise financeira e adotando medidas de aperto nos cintos, o Paço não efetivou repasse para o Rotary Club da cidade – instituição, por meio de convênio, responsável pelo acordo – concretizar o depósito dos cachês.

“Realmente existe um atraso, mas o departamento jurídico e a contabilidade já estão cuidando desta questão e o pagamento será feito o mais rápido possível. Os artistas podem ficar tranquilos”, admitiu a presidente do Rotary Club de Ribeirão, Clarisse Vieira dos Santos, ao ponderar sobre a situação. O governo Saulo Benevides (PMDB) estimou gastar R$ 2 milhões com a organização dos shows de artistas com altos cachês, casos de Anitta, Titãs, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba e Diogo Nogueira. A proposta do Paço era compensar as despesas do evento com a venda de ingressos, o que sinaliza não ter sido suficiente.

Um dos artistas locais, que não quis se identificar, e que se apresentou no festival no palco Chocolate alegou que a quitação dos valores estava acertada para acontecer dez dias após realização do show. “É falta de respeito isso (não ter honrado o compromisso). Nós subimos (no evento) e fizemos nosso trabalho como foi combinado e não recebemos o cachê. Tenho certeza que os pagamentos dos artistas mais famosos já foram feitos”, disse o cantor, sem revelar o custo da exibição. A lista dos cachês menores variava de R$ 5.000 a R$ 20 mil.

Na última sessão do Legislativo, o vereador Eduardo Nogueira (SD) protocolou requerimento que solicita ao Executivo informações quanto ao imbróglio que se arrasta desde então. “É desvalorização do artista local”, afirmou o parlamentar.

O Executivo alegou que os gastos para pagamentos de artistas é de responsabilidade do Rotary, conforme convênio celebrado. “A Prefeitura realizará repasse ao Rotary para conclusão de qualquer pendência após apresentação formal de balanço financeiro do festival, exatamente como regem as cláusulas do citado convênio.”

Clarisse justificou, por sua vez, que o pagamento só será convertido após a consolidação do repasse por parte do Paço. “O contrato foi firmado em parceria com a Prefeitura, que deu o aval para cuidarmos desta parte. Existe impasse quanto aos valores pela burocracia das secretarias. Tanto o Paço quanto a gente têm a ver com esse atraso. Não conseguimos fazer o pagamento sem a verba.” 

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