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Gastos em restaurantes
vão atingir R$ 2,5 bi

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Desembolso com alimentação fora de casa na região
cresce 10,3%; São Bernardo lidera com R$ 752 mi


Pedro Souza

08/07/2013 | 07:00


 Os restaurantes, bares, lanchonetes, e outros estabelecimentos que servem refeições em São Bernardo vão faturar, neste ano, R$ 752,97 milhões. O valor é o equivalente a 2,1% de toda a produção de riquezas da cidade em 2010, com base em informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O montante representa 30% do potencial de consumo do Grande ABC com alimentação fora de casa. Levantamento do Ibope, cedido com exclusividade à equipe do Diário, revela que a região desembolsará, neste ano, R$ 2,509 bilhões para comer e beber na rua.

E, segundo estimativa do consultor em negócios de alimentação fora do lar e diretor do Sehal (Sindicato de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) Antônio Carlos Gomes, São Bernardo será responsável pela maior fatia de gastos entre as sete cidades.

“Estimo que São Bernardo deve abocanhar 30%, Santo André, 26%, Diadema e Mauá devem ficar com 16% cada, São Caetano com 6% e Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra dividirão o restante”, considera Gomes, após análise do levantamento do Ibope.

ALTA - O potencial de consumo fora das residências do Grande ABC é 10,3% maior, neste ano, em relação a 2012. Os moradores incluídos na classe de consumo B serão responsáveis por 48,99% do total, ou R$ 1,229 bilhão.

Gomes pontua que vários fatores contribuem para que as famílias gastem mais com alimentação fora de casa.

“Só para elencar esses fatores temos o aumento real dos salários, a inclusão de novos consumidores, a participação cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, o crescente número de trabalhadores morando sozinhos, a longevidade das pessoas e os aumentos reais nas aposentadorias, novos direitos aos empregados domésticos e, consequentemente, a troca da emprega doméstica, que muitas vezes também cozinhava, pela diarista”, detalha o diretor do Sehal.

O professor do Insper e um dos vice-presidentes da Ordem dos Economistas do Brasil José Dutra Vieira Sobrinho concorda que a elevação do rendimento estimula os gastos fora de casa. “Na medida que as pessoas têm aumento de renda, acabam gastando mais fora do domicílio”, afirma.

Segundo a Pesquisa Socioeconômica do Inpes/USCS (Instituto de Pesquisas da Universidade Municipal de São Caetano), a renda das famílias teve aumento real de 3,3% em fevereiro, com R$ 3.624, contra o mesmo período do ano anterior.



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