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Aristide se diz disposto a dialogar sobre seu retorno ao Haiti


Da AFP

07/06/2004 | 17:55


O ex-presidente do Haiti Jean-Bertrand Aristide disse, nesta segunda-feira, estar disposto a "dialogar" com a ONU (Organização das Nações Unidas), Estados Unidos e França a fim de preparar seu retorno ao país num prazo ainda indeterminado.

"O diálogo pode ser uma das melhores formas de preparar o terreno para meu retorno", disse Aristide durante uma entrevista à imprensa em Pretória, África do Sul, país em que reside temporariamente.

O ex-presidente haitiano afirmou que "não pretende se engajar em qualquer atividade política em seu retorno ao Haiti", e completou estar convencido de que "a imensa maioria do povo haitiano continua lutando de forma pacífica" pelo seu regresso.

Jean-Bertrand Aristide deixou o Haiti no dia 29 de fevereiro em meio a um enorme descontentamento da população com relação às denúncias de abuso de autoridade, corrupção crônica e fracassos em resolver os problemas econômicos. Ele alega que foi pressionado por EUA e França para que deixasse o país, mas eles negam a acusação.

Antes de viajar para a África do Sul, onde se diz "muito ocupado escrevendo um livro", Aristide passou dois meses e meio na Jamaica e 15 dias na República Centro-Africana.

A África do Sul aceitou recebê-lo "temporariamente" até que a situação no Haiti se estabilize.



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Aristide se diz disposto a dialogar sobre seu retorno ao Haiti

Da AFP

07/06/2004 | 17:55


O ex-presidente do Haiti Jean-Bertrand Aristide disse, nesta segunda-feira, estar disposto a "dialogar" com a ONU (Organização das Nações Unidas), Estados Unidos e França a fim de preparar seu retorno ao país num prazo ainda indeterminado.

"O diálogo pode ser uma das melhores formas de preparar o terreno para meu retorno", disse Aristide durante uma entrevista à imprensa em Pretória, África do Sul, país em que reside temporariamente.

O ex-presidente haitiano afirmou que "não pretende se engajar em qualquer atividade política em seu retorno ao Haiti", e completou estar convencido de que "a imensa maioria do povo haitiano continua lutando de forma pacífica" pelo seu regresso.

Jean-Bertrand Aristide deixou o Haiti no dia 29 de fevereiro em meio a um enorme descontentamento da população com relação às denúncias de abuso de autoridade, corrupção crônica e fracassos em resolver os problemas econômicos. Ele alega que foi pressionado por EUA e França para que deixasse o país, mas eles negam a acusação.

Antes de viajar para a África do Sul, onde se diz "muito ocupado escrevendo um livro", Aristide passou dois meses e meio na Jamaica e 15 dias na República Centro-Africana.

A África do Sul aceitou recebê-lo "temporariamente" até que a situação no Haiti se estabilize.

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