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Yongbyon é o centro do programa atômico norte-coreano


Da AFP

13/02/2007 | 11:28


O complexo nuclear de Yongbyon, ponto central do acordo concluído nesta terça-feira, durante as negociações de seis países em Pequim sobre o programa nuclear da Coréia do Norte, é a espinha dorsal do arsenal atômico do regime norte-coreano.

Segundo o portal americano Globalsecurity, Yongbyon, localizado a cerca de 100 km de Pyongyang, reúne a maioria das instalações nucleares da Coréia do Norte: um reator de pesquisa de uma capacidade de 5 (MV), outro em construção de 50 MV e um centro de tratamento de plutônio.

Em Yongbyon, há também um centro de tratamento de barras de combustível nuclear. Com sua pequena capacidade de 5 MV, o único reator atualmente em funcionamento de Yongbyon não tem como amenizar os numerosos cortes de energia elétrica sofridos pelo país.

Segundo Cheon Seong-whun, do Instituto Coreano para a Unificação Nacional, nunca houve produção de eletricidade. "A Coréia do Norte afirma que o reator produziu eletricidade, mas é difícil de acreditar. É evidente que o reator de 5 MV está destinado à produção de plutônio para fins militares", declarou.

Desde que entrou em funcionamento em 1987, Yongbyon já produziu plutônio suficiente para fabricar entre seis e oito bombas, segundo especialistas sul-coreanos e americanos. Em Yongbyon, são recicladas as barras de combustível irradiadas, as quais servem para a fabricação de uma arma nuclear.

A Coréia do Norte, que explodiu sua primeira bomba atômica em outubro de 2006, anunciou em 2003 que, de seu primeiro reator em Yongbyon, havia extraído 8 mil barras de combustível.

O reator de Yongbyon havia sido interrompido no âmbito de um acordo concluído em 1994 com os Estados Unidos, mas o regime norte-coreano voltou a ativá-lo no fim de 2002, depois de ter sido acusado pelas autoridades americanas de ter reiniciado secretamente seu programa nuclear.



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Yongbyon é o centro do programa atômico norte-coreano

Da AFP

13/02/2007 | 11:28


O complexo nuclear de Yongbyon, ponto central do acordo concluído nesta terça-feira, durante as negociações de seis países em Pequim sobre o programa nuclear da Coréia do Norte, é a espinha dorsal do arsenal atômico do regime norte-coreano.

Segundo o portal americano Globalsecurity, Yongbyon, localizado a cerca de 100 km de Pyongyang, reúne a maioria das instalações nucleares da Coréia do Norte: um reator de pesquisa de uma capacidade de 5 (MV), outro em construção de 50 MV e um centro de tratamento de plutônio.

Em Yongbyon, há também um centro de tratamento de barras de combustível nuclear. Com sua pequena capacidade de 5 MV, o único reator atualmente em funcionamento de Yongbyon não tem como amenizar os numerosos cortes de energia elétrica sofridos pelo país.

Segundo Cheon Seong-whun, do Instituto Coreano para a Unificação Nacional, nunca houve produção de eletricidade. "A Coréia do Norte afirma que o reator produziu eletricidade, mas é difícil de acreditar. É evidente que o reator de 5 MV está destinado à produção de plutônio para fins militares", declarou.

Desde que entrou em funcionamento em 1987, Yongbyon já produziu plutônio suficiente para fabricar entre seis e oito bombas, segundo especialistas sul-coreanos e americanos. Em Yongbyon, são recicladas as barras de combustível irradiadas, as quais servem para a fabricação de uma arma nuclear.

A Coréia do Norte, que explodiu sua primeira bomba atômica em outubro de 2006, anunciou em 2003 que, de seu primeiro reator em Yongbyon, havia extraído 8 mil barras de combustível.

O reator de Yongbyon havia sido interrompido no âmbito de um acordo concluído em 1994 com os Estados Unidos, mas o regime norte-coreano voltou a ativá-lo no fim de 2002, depois de ter sido acusado pelas autoridades americanas de ter reiniciado secretamente seu programa nuclear.

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