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Grow investe em licenciamentos


Daniel Trielli
Sucursal Diadema

17/07/2007 | 07:09


Disputar o interesse da criançada é difícil; as fabricantes de brinquedos têm de recorrer para rostos conhecidos e personagens fortes. Por isso, a Grow, com fábrica em São Bernardo, investe em licenciamento de marcas.

Hoje os produtos licenciados representam 30% das vendas da Grow, tendência que cada vez cresce mais, segundo o gerente de produtos, Gustavo Arruda. “A gente trabalha bastante com licenciamento. Só na parte de filmes, temos produtos do Shrek, Homem Aranha 3 e Transformers.”

Cada brinquedo relacionado a um lançamento tem uma vida útil “Antes do filme estrear, há uns dois meses da data, a gente lança a linha, que será vendida ao longo do ano. Passando boom inicial, o entusiasmo por esses brinquedos diminui, mas a linha acaba ficando nas lojas por quase um ano”, conta Arruda.

Exemplo disso é a linha de produtos do Shrek, cujo terceiro filme ainda está nos cinemas do Grande ABC. “O filme estreeou no meio de junho e a colocação de produtos nas lojas foi em maio”, lembra Arruda. “Embora tenha diminuído o ritmo, ele ainda está num crescente de vendas e deve ficar forte até o Dia das Crianças.”

Para julho, uma das maiores apostas da Grow está na linha voltada aos Jogos Panamericanos. “Para o Pan, temos três bonecos diferentes, de 10 cm, 20 cm e um de pelúcia. Além disso, temos uma coleção completa de quebra-cabeças”, diz. “Estamos com a expectativa de vender até 150 mil produtos licenciados dos Jogos Panamericanos.”

Logo na seqüencia vem a linha do Transformers, cujo filme baseado na série animada da década de 1980 estréia dia 20. Dessa família, alguns brinquedos já estão nas lojas e outros ainda vão aparecer nas prateleiras.

Clássicos - No entanto, Arruda explica que não são só os eventos temporários que embalam o licenciamento de marcas. “Tem vários outros licenciamentos que trabalhamos faz tempo. A licença dos produtos da Disney é muito importante para a gente. É clássica e há anos vende bem.”

Além disso, também não dá para ignorar a importância dos brinquedos de marca própria, que para a Grow significa produtos de renome, como os jogos War ou Super-Trunfo. “O grosso mesmo das nossas vendas são os sem licença”, lembra Arruda.

No entanto, os licenciados também são vantajosos no ponto de vista de valor agregado, já que neles estão imbutidas marcas trabalhadas no mercado. “Em geral eles acabam sendo produtos mais caros” , explica o gerente de produtos. “A razão disso são os royalties pagos para os donos da marca e o próprio valor do brinquedo.”



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Grow investe em licenciamentos

Daniel Trielli
Sucursal Diadema

17/07/2007 | 07:09


Disputar o interesse da criançada é difícil; as fabricantes de brinquedos têm de recorrer para rostos conhecidos e personagens fortes. Por isso, a Grow, com fábrica em São Bernardo, investe em licenciamento de marcas.

Hoje os produtos licenciados representam 30% das vendas da Grow, tendência que cada vez cresce mais, segundo o gerente de produtos, Gustavo Arruda. “A gente trabalha bastante com licenciamento. Só na parte de filmes, temos produtos do Shrek, Homem Aranha 3 e Transformers.”

Cada brinquedo relacionado a um lançamento tem uma vida útil “Antes do filme estrear, há uns dois meses da data, a gente lança a linha, que será vendida ao longo do ano. Passando boom inicial, o entusiasmo por esses brinquedos diminui, mas a linha acaba ficando nas lojas por quase um ano”, conta Arruda.

Exemplo disso é a linha de produtos do Shrek, cujo terceiro filme ainda está nos cinemas do Grande ABC. “O filme estreeou no meio de junho e a colocação de produtos nas lojas foi em maio”, lembra Arruda. “Embora tenha diminuído o ritmo, ele ainda está num crescente de vendas e deve ficar forte até o Dia das Crianças.”

Para julho, uma das maiores apostas da Grow está na linha voltada aos Jogos Panamericanos. “Para o Pan, temos três bonecos diferentes, de 10 cm, 20 cm e um de pelúcia. Além disso, temos uma coleção completa de quebra-cabeças”, diz. “Estamos com a expectativa de vender até 150 mil produtos licenciados dos Jogos Panamericanos.”

Logo na seqüencia vem a linha do Transformers, cujo filme baseado na série animada da década de 1980 estréia dia 20. Dessa família, alguns brinquedos já estão nas lojas e outros ainda vão aparecer nas prateleiras.

Clássicos - No entanto, Arruda explica que não são só os eventos temporários que embalam o licenciamento de marcas. “Tem vários outros licenciamentos que trabalhamos faz tempo. A licença dos produtos da Disney é muito importante para a gente. É clássica e há anos vende bem.”

Além disso, também não dá para ignorar a importância dos brinquedos de marca própria, que para a Grow significa produtos de renome, como os jogos War ou Super-Trunfo. “O grosso mesmo das nossas vendas são os sem licença”, lembra Arruda.

No entanto, os licenciados também são vantajosos no ponto de vista de valor agregado, já que neles estão imbutidas marcas trabalhadas no mercado. “Em geral eles acabam sendo produtos mais caros” , explica o gerente de produtos. “A razão disso são os royalties pagos para os donos da marca e o próprio valor do brinquedo.”

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