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Ex-miss Brasil quer receber R$ 1,1 mi da organização do concurso


Do Diário OnLine

13/02/2007 | 16:56


O advogado da ex-miss Brasil Taíza Thomsem pretende recorrer contra a decisão da Justiça, que condenou a organização do concurso a indenizar a modelo com R$ 100 mil por danos morais e materiais. A ex-miss exige o pagamento mínimo de R$ 1,1 milhão.

O processo foi instaurado por que Taíza só foi reconhecida vencedora dez meses após o concurso, ocorrido em 2002. Quando a primeira colocada, a ex-BBB Joseane Oliveira, admitiu ser casada, fato proibido pelas normas da competição, Taíza herdou o título.  

O advogado de Taíza, Flávio Fernandes Tavares, considera o valor da indenização estipulado pela Justiça muito baixo, já que a ex-miss sofreu muito por ter sido a segunda colocada. Além disso, Taíza teria sofrido danos materiais como não ter tido direito a receber jóias e ter perdido chances de contratos profissionais.

Tavares ainda afirma que a ex-miss teve de representar o país na Nigéria, onde houve uma manifestação contra o concurso que resultou na morte de 200 pessoas. “Ela teve de ficar trancada em um alojamento com proteção de homens armados", explicou o advogado.

Desaparecimento - A ex-miss ficou conhecida quando seus pais comunicaram, no mês passado à PF (Polícia Federal) de Santa Catarina, o desaparecimento dela. Taíza não entrava em contato com a família desde setembro do ano passado. A ex-miss foi localizada em Londres, e informou que estava bem e que não desejava ser encontrada nem mesmo por seus pais.



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Ex-miss Brasil quer receber R$ 1,1 mi da organização do concurso

Do Diário OnLine

13/02/2007 | 16:56


O advogado da ex-miss Brasil Taíza Thomsem pretende recorrer contra a decisão da Justiça, que condenou a organização do concurso a indenizar a modelo com R$ 100 mil por danos morais e materiais. A ex-miss exige o pagamento mínimo de R$ 1,1 milhão.

O processo foi instaurado por que Taíza só foi reconhecida vencedora dez meses após o concurso, ocorrido em 2002. Quando a primeira colocada, a ex-BBB Joseane Oliveira, admitiu ser casada, fato proibido pelas normas da competição, Taíza herdou o título.  

O advogado de Taíza, Flávio Fernandes Tavares, considera o valor da indenização estipulado pela Justiça muito baixo, já que a ex-miss sofreu muito por ter sido a segunda colocada. Além disso, Taíza teria sofrido danos materiais como não ter tido direito a receber jóias e ter perdido chances de contratos profissionais.

Tavares ainda afirma que a ex-miss teve de representar o país na Nigéria, onde houve uma manifestação contra o concurso que resultou na morte de 200 pessoas. “Ela teve de ficar trancada em um alojamento com proteção de homens armados", explicou o advogado.

Desaparecimento - A ex-miss ficou conhecida quando seus pais comunicaram, no mês passado à PF (Polícia Federal) de Santa Catarina, o desaparecimento dela. Taíza não entrava em contato com a família desde setembro do ano passado. A ex-miss foi localizada em Londres, e informou que estava bem e que não desejava ser encontrada nem mesmo por seus pais.

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