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Eliminação de incentivos é prioridade para compensar desoneração, diz Colnago



29/05/2018 | 13:49


O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse nesta terça-feira, 29, que a retirada de benefícios tributários é a primeira opção avaliada pelo governo entre as alternativas para compensar a desoneração do diesel acertada pelo Planalto para encerrar a greve dos caminhoneiros.

Após participar de fórum com investidores, Colnago informou que o primeiro passo é a retirada da desoneração da folha de pagamento das empresa, cujo projeto o ministro espera que seja aprovado na noite de segunda-feira pelo Senado.

Depois disso, o governo vai avaliar quais medidas adicionais precisarão ser tomadas para cobrir o buraco de R$ 4 bilhões a ser aberto no orçamento com a zeragem da Cide e a redução do PIS/Cofins do diesel.

"Precisamos saber qual texto da reoneração será aprovado no Senado para, a partir daí , calcular quanto falta para os R$ 4 bilhões", declarou o ministro.

"Estamos aguardando o texto final para olhar as alternativas que nós temos", acrescentou Colnago.



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Eliminação de incentivos é prioridade para compensar desoneração, diz Colnago


29/05/2018 | 13:49


O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse nesta terça-feira, 29, que a retirada de benefícios tributários é a primeira opção avaliada pelo governo entre as alternativas para compensar a desoneração do diesel acertada pelo Planalto para encerrar a greve dos caminhoneiros.

Após participar de fórum com investidores, Colnago informou que o primeiro passo é a retirada da desoneração da folha de pagamento das empresa, cujo projeto o ministro espera que seja aprovado na noite de segunda-feira pelo Senado.

Depois disso, o governo vai avaliar quais medidas adicionais precisarão ser tomadas para cobrir o buraco de R$ 4 bilhões a ser aberto no orçamento com a zeragem da Cide e a redução do PIS/Cofins do diesel.

"Precisamos saber qual texto da reoneração será aprovado no Senado para, a partir daí , calcular quanto falta para os R$ 4 bilhões", declarou o ministro.

"Estamos aguardando o texto final para olhar as alternativas que nós temos", acrescentou Colnago.

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