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Imponência vs elegância


Vagner Aquino
Do Diário do Grande ABC

22/06/2011 | 07:00


Japão e Alemanha: duas nações que já foram pivôs de várias batalhas e histórias marcantes.

Agora, em pleno século 21, colocamos os dois países para protagonizar uma luta diferente, desta vez rivalizando no setor automotivo.

De um lado, a recém-lançada sétima geração do Volkswagen Passat 2.0 TSI, (modelo rico em história por aqui desde a década de 1970) que chega cheio de personalidade e requinte, seguindo o DNA da marca, com a adoção da nova dianteira, destacada pelos faróis em formato retangular, e a grade com filetes prateados na horizontal.

Vindo do outro lado do mundo, o Honda Accord EX V6, apesar da história mais curta (chegou aqui em 1991 por importadores independentes), não fica devendo em estilo. Espalhados pela carroceria, seus frisos cromados e seu desenho marcado por linhas retas atraem olhares pelas ruas.

Para cair no gosto do consumidor, a Volkswagen aposta não só na beleza, mas também na tecnologia. De série o modelo traz itens como o sistema de identificação e alerta de fadiga do condutor (que acorda o motorista através de sinais sonoros), função Comming & Living Home volante multifuncional com controle do câmbio. Mas para enfrentar essa batalha, o veículo colocou sua melhor roupa, trajando opcionais como: banco do motorista com memória, faróis bi-xenon direcionais com, teto solar elétrico com captação de energia solar, ACC (que controla a velocidade e a distância em relação ao carro à frente sem a intervenção do motorista) e a segunda geração do Park Assist, que, além de fazer baliza sozinho, estaciona também em vagas perpendiculares. Isso eleva o preço em R$ 31.569.

O Accord, que nasceu no berço da tecnologia, não traz aparato tão vasto como o rival, mas, mesmo sendo mais tradicional, a boa lista de equipamentos agrada. Destaque para o ar-condicionado de duas zonas com saídas traseiras, faróis com acendimento automático, freios ABS com EBD (Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem), seis CF51air bags, couro nos bancos, volante e manopla do câmbio, além do sistema VSA, que controla a estabilidade.

Mas é na hora de dar a partida que o Accord sai na frente. Com motorzão V6 3.5 SOHC i-VTEC, o modelo empolga a partir do momento em que se vira a chave no contato. Sob um ronco digno de esportivos, o bloco despeja 278 cv a 6.200 rpm. O torque é de 34 mkgf a 5.000 rpm. Ah, se não fosse o limite de 120 km/h das pistas brasileiras...

Do outro lado da moeda, o Passat preza pelo conforto a bordo. Bastante esperto, com respostas rápidas, o motor 2.0 TSI de quatro cilindros auxiliado pela transmissão DSG de seis velocidades (no Accord são cinco relações), entrega 211cv a 5.300 rpm e torque de 28,5 mkgf a 1.700 rpm.

Da porta para dentro, o Passat, tem visual mais limpo, acabamento melhor e comandos mais fáceis de manusear. Com um clique o motorista aquece os bancos dianteiros, aciona o freio de estacionamento elétrico e comanda funções na tela touch screen.

O Passat sai na frente com a direção elétrica, e ainda dá uma rasteira no concorrente ao trazer a câmera de ré, que facilita estacionar o carro de 4,77 metros de comprimento - o japonês mede 4,96 metros.

Na hora das compras o três-volumes alemão leva vantagem novamente: são 485 litros de capacidade no porta-malas, contra 453 litros do Accord.

O golpe de misericórdia também é dado pelo modelo da Volks, que, mesmo com todos os opcionais, custa R$ 138.269. O Honda, sem opcionais, não sai por menos de R$ 144,5 mil.



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Imponência vs elegância

Vagner Aquino
Do Diário do Grande ABC

22/06/2011 | 07:00


Japão e Alemanha: duas nações que já foram pivôs de várias batalhas e histórias marcantes.

Agora, em pleno século 21, colocamos os dois países para protagonizar uma luta diferente, desta vez rivalizando no setor automotivo.

De um lado, a recém-lançada sétima geração do Volkswagen Passat 2.0 TSI, (modelo rico em história por aqui desde a década de 1970) que chega cheio de personalidade e requinte, seguindo o DNA da marca, com a adoção da nova dianteira, destacada pelos faróis em formato retangular, e a grade com filetes prateados na horizontal.

Vindo do outro lado do mundo, o Honda Accord EX V6, apesar da história mais curta (chegou aqui em 1991 por importadores independentes), não fica devendo em estilo. Espalhados pela carroceria, seus frisos cromados e seu desenho marcado por linhas retas atraem olhares pelas ruas.

Para cair no gosto do consumidor, a Volkswagen aposta não só na beleza, mas também na tecnologia. De série o modelo traz itens como o sistema de identificação e alerta de fadiga do condutor (que acorda o motorista através de sinais sonoros), função Comming & Living Home volante multifuncional com controle do câmbio. Mas para enfrentar essa batalha, o veículo colocou sua melhor roupa, trajando opcionais como: banco do motorista com memória, faróis bi-xenon direcionais com, teto solar elétrico com captação de energia solar, ACC (que controla a velocidade e a distância em relação ao carro à frente sem a intervenção do motorista) e a segunda geração do Park Assist, que, além de fazer baliza sozinho, estaciona também em vagas perpendiculares. Isso eleva o preço em R$ 31.569.

O Accord, que nasceu no berço da tecnologia, não traz aparato tão vasto como o rival, mas, mesmo sendo mais tradicional, a boa lista de equipamentos agrada. Destaque para o ar-condicionado de duas zonas com saídas traseiras, faróis com acendimento automático, freios ABS com EBD (Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem), seis CF51air bags, couro nos bancos, volante e manopla do câmbio, além do sistema VSA, que controla a estabilidade.

Mas é na hora de dar a partida que o Accord sai na frente. Com motorzão V6 3.5 SOHC i-VTEC, o modelo empolga a partir do momento em que se vira a chave no contato. Sob um ronco digno de esportivos, o bloco despeja 278 cv a 6.200 rpm. O torque é de 34 mkgf a 5.000 rpm. Ah, se não fosse o limite de 120 km/h das pistas brasileiras...

Do outro lado da moeda, o Passat preza pelo conforto a bordo. Bastante esperto, com respostas rápidas, o motor 2.0 TSI de quatro cilindros auxiliado pela transmissão DSG de seis velocidades (no Accord são cinco relações), entrega 211cv a 5.300 rpm e torque de 28,5 mkgf a 1.700 rpm.

Da porta para dentro, o Passat, tem visual mais limpo, acabamento melhor e comandos mais fáceis de manusear. Com um clique o motorista aquece os bancos dianteiros, aciona o freio de estacionamento elétrico e comanda funções na tela touch screen.

O Passat sai na frente com a direção elétrica, e ainda dá uma rasteira no concorrente ao trazer a câmera de ré, que facilita estacionar o carro de 4,77 metros de comprimento - o japonês mede 4,96 metros.

Na hora das compras o três-volumes alemão leva vantagem novamente: são 485 litros de capacidade no porta-malas, contra 453 litros do Accord.

O golpe de misericórdia também é dado pelo modelo da Volks, que, mesmo com todos os opcionais, custa R$ 138.269. O Honda, sem opcionais, não sai por menos de R$ 144,5 mil.

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