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Babá é morta com dois tiros em Santo André


Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

28/09/2005 | 08:24


A babá Janaína Pereira Furtada, 18 anos, foi morta com dois tiros na manhã de domingo, logo depois de sair de casa para trabalhar. Seu corpo foi encontrado duas horas depois de ter deixado a residência na estrada do Sertãozinho, no bairro Clube de Campo, em Santo André.

Tanto a família da vítima quanto a polícia acreditam que o autor do crime a conhecia e que ela foi executada sumariamente, pois Janaína saiu de casa, localizada no Jardim da Aclimação, em Santo André, às 5h15, e seu corpo foi achado às 7h em um local distante.

Como a babá não portava documentos, a ocorrência registrada no 1º Distrito Policial indicava se tratar de uma desconhecida. Parentes da vítima só a reconheceram no IML (Instituto Médico-Legal) de Santo André no domingo à noite. Em seguida, a Delegacia de Homicídios foi avisada nesta terça sobre a identidade da vítima.

Como fazia quase todos os dias, Janaína saiu de casa na manhã de domingo para cuidar de uma criança, filha da funcionária de uma padaria que mora no mesmo bairro. Como a moça entrava muito cedo no trabalho, a babá precisava chegar por volta das 5h30 no local. Ao cuidar da criança, a babá recebia R$ 80 por mês.

Às 7h, Janaína foi encontrada na estrada do Sertãozinho com um tiro na cabeça e outro nas costas. "Achamos que alguém que ela conhecia apareceu de carro enquanto ela se dirigia ao trabalho. Essa pessoa fez com que ela entrasse no veículo e a levou até a estrada para matá-la", acredita o irmão da babá, o operário José Erivam Furtado da Silva, 27 anos.

A vítima foi achada com a calça abaixada. No entanto, exame realizado no IML não constatou sinais de estupro. "Ela saiu sem nenhum documento porque a casa em que trabalhava é perto daqui. Dá para ir a pé", esclareceu uma tia de Janaína, a dona-de-casa Maria do Socorro, 45 anos.

"Não temos a menor idéia de quem possa ter feito isso com a minha irmã. Ela era uma pessoa muito querida aqui no bairro. Todo mundo gostava dela, não tinha nenhum inimigo. Foi um crime muito brutal. Minha irmã tinha uma vida inteira pela frente. Neste ano iria concluir o ensino médio", acrescentou o irmão.



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Babá é morta com dois tiros em Santo André

Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

28/09/2005 | 08:24


A babá Janaína Pereira Furtada, 18 anos, foi morta com dois tiros na manhã de domingo, logo depois de sair de casa para trabalhar. Seu corpo foi encontrado duas horas depois de ter deixado a residência na estrada do Sertãozinho, no bairro Clube de Campo, em Santo André.

Tanto a família da vítima quanto a polícia acreditam que o autor do crime a conhecia e que ela foi executada sumariamente, pois Janaína saiu de casa, localizada no Jardim da Aclimação, em Santo André, às 5h15, e seu corpo foi achado às 7h em um local distante.

Como a babá não portava documentos, a ocorrência registrada no 1º Distrito Policial indicava se tratar de uma desconhecida. Parentes da vítima só a reconheceram no IML (Instituto Médico-Legal) de Santo André no domingo à noite. Em seguida, a Delegacia de Homicídios foi avisada nesta terça sobre a identidade da vítima.

Como fazia quase todos os dias, Janaína saiu de casa na manhã de domingo para cuidar de uma criança, filha da funcionária de uma padaria que mora no mesmo bairro. Como a moça entrava muito cedo no trabalho, a babá precisava chegar por volta das 5h30 no local. Ao cuidar da criança, a babá recebia R$ 80 por mês.

Às 7h, Janaína foi encontrada na estrada do Sertãozinho com um tiro na cabeça e outro nas costas. "Achamos que alguém que ela conhecia apareceu de carro enquanto ela se dirigia ao trabalho. Essa pessoa fez com que ela entrasse no veículo e a levou até a estrada para matá-la", acredita o irmão da babá, o operário José Erivam Furtado da Silva, 27 anos.

A vítima foi achada com a calça abaixada. No entanto, exame realizado no IML não constatou sinais de estupro. "Ela saiu sem nenhum documento porque a casa em que trabalhava é perto daqui. Dá para ir a pé", esclareceu uma tia de Janaína, a dona-de-casa Maria do Socorro, 45 anos.

"Não temos a menor idéia de quem possa ter feito isso com a minha irmã. Ela era uma pessoa muito querida aqui no bairro. Todo mundo gostava dela, não tinha nenhum inimigo. Foi um crime muito brutal. Minha irmã tinha uma vida inteira pela frente. Neste ano iria concluir o ensino médio", acrescentou o irmão.

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