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Parlamento japonês aprova lei que ratifica Parceria Transpacífico



09/12/2016 | 04:46


O Parlamento do Japão aprovou hoje uma lei que ratifica o acordo de livre comércio conhecido como Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), num gesto simbólico que tem o objetivo de sinalizar a disposição do país de ir adiante com o pacto, apesar de uma crescente onda de protecionismo.

A decisão veio após o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, anunciar no mês passado que irá retirar seu país da TPP no dia em que assumir o poder, em 20 de janeiro.

Sem os EUA, o acordo não entrará em vigor, uma vez que precisa ser ratificado por pelo menos seis países-membros que representem 85% do Produto Interno Bruto (PIB) combinado de todas as nações envolvidas. Apenas os EUA respondem por 60% do PIB total do grupo.

Em fevereiro, doze países ao redor do Pacífico, incluindo Austrália, Canadá e México, assinaram a TPP.

O acordo também já recebeu aprovação parlamentar na Nova Zelândia e há expectativa de que outros países, como a Austrália, façam o mesmo. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Parlamento japonês aprova lei que ratifica Parceria Transpacífico


09/12/2016 | 04:46


O Parlamento do Japão aprovou hoje uma lei que ratifica o acordo de livre comércio conhecido como Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), num gesto simbólico que tem o objetivo de sinalizar a disposição do país de ir adiante com o pacto, apesar de uma crescente onda de protecionismo.

A decisão veio após o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, anunciar no mês passado que irá retirar seu país da TPP no dia em que assumir o poder, em 20 de janeiro.

Sem os EUA, o acordo não entrará em vigor, uma vez que precisa ser ratificado por pelo menos seis países-membros que representem 85% do Produto Interno Bruto (PIB) combinado de todas as nações envolvidas. Apenas os EUA respondem por 60% do PIB total do grupo.

Em fevereiro, doze países ao redor do Pacífico, incluindo Austrália, Canadá e México, assinaram a TPP.

O acordo também já recebeu aprovação parlamentar na Nova Zelândia e há expectativa de que outros países, como a Austrália, façam o mesmo. Fonte: Dow Jones Newswires.

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