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Sem terreno, polo da região não avança


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/03/2010 | 07:00


O Polo Tecnológico do Grande ABC não tem pressa para sair do papel. O objetivo é que todos os sete municípios apresentem áreas que possam ser utilizadas para a implementação do projeto.

Enquanto isso não é fechado, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, gestora do polo, não pode solicitar novamente o pré-credenciamento ao governo do Estado. A ideia é enviar o documento faltante até o dia 9.

Por ora, São Caetano já disponibilizou 300 mil m², referentes ao terreno do Espaço Cerâmica e da USCS; Ribeirão Pires, 100 mil m² com parte da área privada da CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), que concorda em ceder espaço para a finalidade de testes de balística; Diadema, 30 mil m² ocupados por Senai, Fatec e Unifesp.

"Solicitamos à Unifesp a utilização de um espaço dentro da universidade para a implementação de empresas de base tecnológica. Teremos a resposta até a semana que vem", conta Luis Paulo Bresciani, secretário do Desenvolvimento Econômico de Diadema e presidente do Grupo de Trabalho do Polo Tecnológico.

Mauá, por enquanto, tem somente os 4 mil m² de sua incubadora. "O Rodoanel tomou muito do espaço livre que havia na cidade. Mas a secretaria de Desenvolvimento Econômico já está atrás de outras áreas", explica Luiz Almeida, coordenador das relações institucionais da Agência.

Segundo Almeida, São Bernardo ainda vai enviar área disponível na cidade, que poderá incluir o local onde será construído o campus da UFABC. Quanto a Rio Grande da Serra, ele espera que haja alguma participação, nem que seja com mil m².

De acordo com o secretário-adjunto do Desenvolvimento Econômico de Santo André, Charles Camargo, o município ofereceu o terreno de 1,082 milhão de m² de seu parque - que será credenciado pelo governo estadual hoje - para ser incluído no projeto do Grande ABC, que visa criar um sistema de parques tecnológicos regional.



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Sem terreno, polo da região não avança

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/03/2010 | 07:00


O Polo Tecnológico do Grande ABC não tem pressa para sair do papel. O objetivo é que todos os sete municípios apresentem áreas que possam ser utilizadas para a implementação do projeto.

Enquanto isso não é fechado, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, gestora do polo, não pode solicitar novamente o pré-credenciamento ao governo do Estado. A ideia é enviar o documento faltante até o dia 9.

Por ora, São Caetano já disponibilizou 300 mil m², referentes ao terreno do Espaço Cerâmica e da USCS; Ribeirão Pires, 100 mil m² com parte da área privada da CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), que concorda em ceder espaço para a finalidade de testes de balística; Diadema, 30 mil m² ocupados por Senai, Fatec e Unifesp.

"Solicitamos à Unifesp a utilização de um espaço dentro da universidade para a implementação de empresas de base tecnológica. Teremos a resposta até a semana que vem", conta Luis Paulo Bresciani, secretário do Desenvolvimento Econômico de Diadema e presidente do Grupo de Trabalho do Polo Tecnológico.

Mauá, por enquanto, tem somente os 4 mil m² de sua incubadora. "O Rodoanel tomou muito do espaço livre que havia na cidade. Mas a secretaria de Desenvolvimento Econômico já está atrás de outras áreas", explica Luiz Almeida, coordenador das relações institucionais da Agência.

Segundo Almeida, São Bernardo ainda vai enviar área disponível na cidade, que poderá incluir o local onde será construído o campus da UFABC. Quanto a Rio Grande da Serra, ele espera que haja alguma participação, nem que seja com mil m².

De acordo com o secretário-adjunto do Desenvolvimento Econômico de Santo André, Charles Camargo, o município ofereceu o terreno de 1,082 milhão de m² de seu parque - que será credenciado pelo governo estadual hoje - para ser incluído no projeto do Grande ABC, que visa criar um sistema de parques tecnológicos regional.

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