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Colombianos pagam barato para 'secar' o Timão de Ronaldo


Das Agências

10/03/2010 | 07:00


Os colombianos pagarão muito mais barato do que se poderia imaginar para ver Ronaldo e Roberto Carlos, as maiores estrelas do Corinthians contra o Independiente Medellín, hoje à noite, no Estádio El Campín. Os ingressos populares custam de R$ 8 a R$ 13 - preços inferiores ao similares cobrados no Pacaembu. Aqui, a torcida pagaria R$ 50 (ou R$ 30 no plano Fiel Torcedor). Na Colômbia, foram disponilizadas exatas 41.104 entradas.

Lá, o Independiente também comercializa bilhetes de importâncias mais elevados, mas nada que se aproxime do exagero. O duelo será em Bogotá porque o estádio do adversário, em Medellín, irá abrigar os Jogos Desportivos Sul-Americanos (Odesul). A intenção do clube é impedir que torcedores dos rivais Millonarios e Santa Fé torçam pelos visitantes. Tanto é que haverá ônibus gratuitos. As opções mais caras chegam a pouco mais de R$ 76. No Brasil, o Corinthians estipula R$ 500 para quem utilizar a Área Vip - setor que garante alimentação e transporte.

Enquanto isso, a presença de Ronaldo e de Roberto Carlos desperta qualquer interesse comercial na Colômbia. Bastar circular pelos shoppings da capital colombiana para entender tanta falta de popularidade.

Em lojas dos mais diferentes portes, não há uniformes de clubes brasileiros. Discretamente, algumas estampam os novos agasalhos dos pentacampeões. Destaque para Alexandre Pato, que talvez nem vá ao Mundial da África do Sul. Os argentinos, ao contrário, estão bem cotados, especialmente as requisitadas camisas do Boca Juniors e a seleção nacional dos hermanos.

SEGURANÇA - Autoridades colombianas adotaram esquemas especiais de segurança ao Corinthians. Também ofereceram proteção diferenciada ao atacante Ronaldo e ao preparador físico Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente Lula. Seriam o perfil de pessoas visadas pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. O Alvinegro rejeitou privilégios para que a delegação toda seja beneficiada pelo sistema.

Dentinho supera desconfianças e se impõe

É possível que, ao marcar três gols nos últimos três jogos do Corinthians, Dentinho conseguisse, enfim, espantar as desconfianças daqueles que ainda não acreditam em uma das principais opções ofensivas de Mano Menezes. É provável que o atacante mostrasse ao comandante que tem, sim, condições de assumir a responsabilidade como titular tanto no Paulistão quanto na Copa Libertadores da América.

Ele confessa que as oscilações chegaram a incomodá-lo desde o ano passado. Ontem, no entanto, o artilheiro não resistiu ao desabafo. "Em 2009, reconheço que não acabei tão bem. Não teria como não ficar chateado, mas isso já passou", disse.

Atualmente, Dentinho só atua na ausência de Jorge Henrique, mas, ao balançar as redes nas mais recentes rodadas, parece ter ganho a confiança de Mano e dos torcedores. O departamento médico e a comissão apontam um dos motivos que o ajudaram a recuperar a boa fase depressa: exercícios especiais de musculação e de fortalecimento no tornozelo.

Se Dentinho evolui, Ronaldo marcou apenas um gol na temporada 2010. Na opinião de Mano Menezes, o Fenômeno também está sujeito a sentir insegurança. "O Ronaldo não é diferente. Ele precisa desencantar para mostrar o que sabe", contou.

Só que Ronaldo cobra mais assistências e reclama da falta de entrosamento do time. As críticas não atingiram Mano. "Se o Ronaldo não fala nada, a entrevista fica ruim. Ele comentou o que pensa." (Nelson Cilo, com Agências)



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Colombianos pagam barato para 'secar' o Timão de Ronaldo

Das Agências

10/03/2010 | 07:00


Os colombianos pagarão muito mais barato do que se poderia imaginar para ver Ronaldo e Roberto Carlos, as maiores estrelas do Corinthians contra o Independiente Medellín, hoje à noite, no Estádio El Campín. Os ingressos populares custam de R$ 8 a R$ 13 - preços inferiores ao similares cobrados no Pacaembu. Aqui, a torcida pagaria R$ 50 (ou R$ 30 no plano Fiel Torcedor). Na Colômbia, foram disponilizadas exatas 41.104 entradas.

Lá, o Independiente também comercializa bilhetes de importâncias mais elevados, mas nada que se aproxime do exagero. O duelo será em Bogotá porque o estádio do adversário, em Medellín, irá abrigar os Jogos Desportivos Sul-Americanos (Odesul). A intenção do clube é impedir que torcedores dos rivais Millonarios e Santa Fé torçam pelos visitantes. Tanto é que haverá ônibus gratuitos. As opções mais caras chegam a pouco mais de R$ 76. No Brasil, o Corinthians estipula R$ 500 para quem utilizar a Área Vip - setor que garante alimentação e transporte.

Enquanto isso, a presença de Ronaldo e de Roberto Carlos desperta qualquer interesse comercial na Colômbia. Bastar circular pelos shoppings da capital colombiana para entender tanta falta de popularidade.

Em lojas dos mais diferentes portes, não há uniformes de clubes brasileiros. Discretamente, algumas estampam os novos agasalhos dos pentacampeões. Destaque para Alexandre Pato, que talvez nem vá ao Mundial da África do Sul. Os argentinos, ao contrário, estão bem cotados, especialmente as requisitadas camisas do Boca Juniors e a seleção nacional dos hermanos.

SEGURANÇA - Autoridades colombianas adotaram esquemas especiais de segurança ao Corinthians. Também ofereceram proteção diferenciada ao atacante Ronaldo e ao preparador físico Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente Lula. Seriam o perfil de pessoas visadas pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. O Alvinegro rejeitou privilégios para que a delegação toda seja beneficiada pelo sistema.

Dentinho supera desconfianças e se impõe

É possível que, ao marcar três gols nos últimos três jogos do Corinthians, Dentinho conseguisse, enfim, espantar as desconfianças daqueles que ainda não acreditam em uma das principais opções ofensivas de Mano Menezes. É provável que o atacante mostrasse ao comandante que tem, sim, condições de assumir a responsabilidade como titular tanto no Paulistão quanto na Copa Libertadores da América.

Ele confessa que as oscilações chegaram a incomodá-lo desde o ano passado. Ontem, no entanto, o artilheiro não resistiu ao desabafo. "Em 2009, reconheço que não acabei tão bem. Não teria como não ficar chateado, mas isso já passou", disse.

Atualmente, Dentinho só atua na ausência de Jorge Henrique, mas, ao balançar as redes nas mais recentes rodadas, parece ter ganho a confiança de Mano e dos torcedores. O departamento médico e a comissão apontam um dos motivos que o ajudaram a recuperar a boa fase depressa: exercícios especiais de musculação e de fortalecimento no tornozelo.

Se Dentinho evolui, Ronaldo marcou apenas um gol na temporada 2010. Na opinião de Mano Menezes, o Fenômeno também está sujeito a sentir insegurança. "O Ronaldo não é diferente. Ele precisa desencantar para mostrar o que sabe", contou.

Só que Ronaldo cobra mais assistências e reclama da falta de entrosamento do time. As críticas não atingiram Mano. "Se o Ronaldo não fala nada, a entrevista fica ruim. Ele comentou o que pensa." (Nelson Cilo, com Agências)

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