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Para fazer frente à concorrência de corretoras independentes, Caixa segue outros bancos e zera taxa do Tesouro Direto

Instituição, última entre as grandes que oferecem a modalidade, praticava tarifa de 0,4% ao ano; movimento se intensificou em setembro


Da Redação

20/10/2018 | 07:02


A Caixa Econômica Federal anunciou ontem a isenção da taxa de custódia para todos os seus clientes que aplicam no Tesouro Direto, programa do governo federal de compra e venda de títulos públicos. A taxa anteriormente era de 0,4% ao ano.

Segundo o vice-presidente de finanças e controladoria da Caixa, Arno Meyer, o objetivo é manter uma cesta de produtos e serviços competitivos, associada à solidez do banco.

Os outros quatro grandes bancos brasileiros (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander) já haviam deixado de cobrar tarifas para investimentos no Tesouro Direto, sendo o Bradesco o pioneiro na iniciativa. Reagindo à concorrência de corretoras independentes para conquistar clientes, em setembro o movimento ganhou intensidade.

No mês passado, o BB já havia zerado as taxas cobradas em operações de investimento no Tesouro Direto, renda fixa e previdência privada. As novas condições passaram a valer a partir do dia 21.

No mesmo período, o Itaú Unibanco anunciou que iria zerar a sua parcela de custódia no Tesouro Direto, bem como a tarifa cobrada na guarda de ativos de renda fixa de outros emissores.

O Santander também estendeu a todos os seus clientes a isenção da taxa de corretagem para investimentos no Tesouro Direto. Aqueles com cadastro na Santander Corretora desde o dia 12 de setembro já contavam com a isenção. Já aqueles que se cadastraram antes dessa data tiveram a taxa zerada a partir do dia 21.

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3, bolsa de valores oficial do Brasil, para negociação (compra e venda) de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

O valor mínimo para investimento é de R$ 30, desde que seja múltiplo de 1% do valor do título a ser adquirido. Neste tipo de aplicação, o próprio cliente realiza a compra e venda de seus títulos de forma eletrônica, como desejar, com liquidez diária.
 



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Para fazer frente à concorrência de corretoras independentes, Caixa segue outros bancos e zera taxa do Tesouro Direto

Instituição, última entre as grandes que oferecem a modalidade, praticava tarifa de 0,4% ao ano; movimento se intensificou em setembro

Da Redação

20/10/2018 | 07:02


A Caixa Econômica Federal anunciou ontem a isenção da taxa de custódia para todos os seus clientes que aplicam no Tesouro Direto, programa do governo federal de compra e venda de títulos públicos. A taxa anteriormente era de 0,4% ao ano.

Segundo o vice-presidente de finanças e controladoria da Caixa, Arno Meyer, o objetivo é manter uma cesta de produtos e serviços competitivos, associada à solidez do banco.

Os outros quatro grandes bancos brasileiros (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander) já haviam deixado de cobrar tarifas para investimentos no Tesouro Direto, sendo o Bradesco o pioneiro na iniciativa. Reagindo à concorrência de corretoras independentes para conquistar clientes, em setembro o movimento ganhou intensidade.

No mês passado, o BB já havia zerado as taxas cobradas em operações de investimento no Tesouro Direto, renda fixa e previdência privada. As novas condições passaram a valer a partir do dia 21.

No mesmo período, o Itaú Unibanco anunciou que iria zerar a sua parcela de custódia no Tesouro Direto, bem como a tarifa cobrada na guarda de ativos de renda fixa de outros emissores.

O Santander também estendeu a todos os seus clientes a isenção da taxa de corretagem para investimentos no Tesouro Direto. Aqueles com cadastro na Santander Corretora desde o dia 12 de setembro já contavam com a isenção. Já aqueles que se cadastraram antes dessa data tiveram a taxa zerada a partir do dia 21.

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3, bolsa de valores oficial do Brasil, para negociação (compra e venda) de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

O valor mínimo para investimento é de R$ 30, desde que seja múltiplo de 1% do valor do título a ser adquirido. Neste tipo de aplicação, o próprio cliente realiza a compra e venda de seus títulos de forma eletrônica, como desejar, com liquidez diária.
 

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