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Vazamento de água prejudica moradores


Marcelo Argachoy
Especial para o Diário

14/02/2017 | 07:00


 Descaso. É assim que os moradores do Jardim Itapark Velho, em Mauá, têm chamado a forma com que são tratados pela Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) em relação aos vazamentos de água na vizinhança.

“A situação aqui do bairro está caótica, uma lástima”, conta o engenheiro eletricista Eduardo de Souza, 35 anos, que mora no local há 23 anos. “São vários vazamentos pela cidade, entramos em contato com a empresa responsável, mas não fazem nada.”

Os vazamentos não são novidade para quem mora na Rua Manoel Hermenegildo Ferreira, travessa da Avenida Itapark. Segundo relatos dos moradores da vizinhança, os problemas começaram há pouco mais de dois anos, com a reforma da rua. “Já teve problemas assim umas três ou quatro vezes”, diz o motorista Diego Sarti, 34.

O maior vazamento da rua fica localizado em frente ao número 40 da rua, e persiste por mais de um mês, de acordo com relato de moradores. Em outro trecho da via, a equipe de reportagem constatou mais um vazamento, embora de porte menor.

Mas é o primeiro vazamento que mais incomoda os moradores e as pessoas que trabalham na redondeza. “Isso daqui está criando um buraco, pode acontecer de um carro afundar”, afirma o aposentado Julio Lima da Silva, 72. Ele fala que em dias de chuva, a rua também sofre com alagamentos, agravados pelos vazamentos.

Além dos riscos à estrutura da rua, os moradores relatam também problemas de abastecimento por conta dos vazamentos. A aposentada Meire de Moraes Teixeira, 38, já passou pela situação. “Na semana passada, fiquei dois dias sem água”, relata. Ela reforça o discurso de que não é atendida pelas entidades responsáveis, que não solucionam as reclamações por telefone. “Tem também o medo de ter alguma infiltração por conta desses vazamentos, né.”

A Sama informou à equipe do Diário que deslocou ontem equipes para consertar os vazamentos na Rua Manoel Hermenegildo Ferreira. No entanto, em relação à demora para as respostas à população e ao prazo para o fim das intervenções na rua, o órgão não se manifestou até o fechamento desta edição.



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Vazamento de água prejudica moradores

Marcelo Argachoy
Especial para o Diário

14/02/2017 | 07:00


 Descaso. É assim que os moradores do Jardim Itapark Velho, em Mauá, têm chamado a forma com que são tratados pela Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) em relação aos vazamentos de água na vizinhança.

“A situação aqui do bairro está caótica, uma lástima”, conta o engenheiro eletricista Eduardo de Souza, 35 anos, que mora no local há 23 anos. “São vários vazamentos pela cidade, entramos em contato com a empresa responsável, mas não fazem nada.”

Os vazamentos não são novidade para quem mora na Rua Manoel Hermenegildo Ferreira, travessa da Avenida Itapark. Segundo relatos dos moradores da vizinhança, os problemas começaram há pouco mais de dois anos, com a reforma da rua. “Já teve problemas assim umas três ou quatro vezes”, diz o motorista Diego Sarti, 34.

O maior vazamento da rua fica localizado em frente ao número 40 da rua, e persiste por mais de um mês, de acordo com relato de moradores. Em outro trecho da via, a equipe de reportagem constatou mais um vazamento, embora de porte menor.

Mas é o primeiro vazamento que mais incomoda os moradores e as pessoas que trabalham na redondeza. “Isso daqui está criando um buraco, pode acontecer de um carro afundar”, afirma o aposentado Julio Lima da Silva, 72. Ele fala que em dias de chuva, a rua também sofre com alagamentos, agravados pelos vazamentos.

Além dos riscos à estrutura da rua, os moradores relatam também problemas de abastecimento por conta dos vazamentos. A aposentada Meire de Moraes Teixeira, 38, já passou pela situação. “Na semana passada, fiquei dois dias sem água”, relata. Ela reforça o discurso de que não é atendida pelas entidades responsáveis, que não solucionam as reclamações por telefone. “Tem também o medo de ter alguma infiltração por conta desses vazamentos, né.”

A Sama informou à equipe do Diário que deslocou ontem equipes para consertar os vazamentos na Rua Manoel Hermenegildo Ferreira. No entanto, em relação à demora para as respostas à população e ao prazo para o fim das intervenções na rua, o órgão não se manifestou até o fechamento desta edição.

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