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Para aecistas da região, apoio de Marina reforça transferência

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Lideranças veem posição da ex-senadora pró-PSDB como ‘natural’


Júnior Carvalho
Especial para o Diário

14/10/2014 | 07:00


O já esperado apoio da ex-senadora Marina Silva (PSB) ao presidenciável tucano Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno foi oficializado no domingo. Para lideranças do Grande ABC que integram a campanha do senador mineiro, a formalização da adesão reforça a transferência de votos da ex-candidata ao nome do PSDB.

Derrotada no dia 5, Marina obteve 22.176.619 votos (21,32%) e ficou em terceiro lugar na disputa. Pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas na semana passada mostraram que, mesmo antes de a ex-senadora petista anunciar apoio ao PSDB, mais de 60% dos que disseram que votaram em Marina no primeiro turno afirmaram que vão optar pela candidatura do ex-governador de Minas Gerais. Segundo o Datafolha, 66% do eleitorado da socialista migrariam para Aécio e 18% para a presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição. Pelo Ibope, o tucano abocanha 64% dos eleitores de Marina Silva.

“O apoio da Marina reforça ainda mais a transferência de votos (a Aécio), que é algo que já aconteceria espontaneamente”, ressaltou o ex-prefeito de São Caetano e secretário de Esporte, Lazer e Juventude do Estado, José Auricchio Júnior (PTB), integrante da coordenação da campanha do tucano.

Apoiador de Marina no primeiro turno, o deputado estadual Alex Manente (PPS) destacou que a migração da socialista somada à adesão da família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campo (que morreu em agosto) será “emblemática”. “A Marina sempre defendeu a mudança, a alternância de poder. Seria incoerente se não optasse em apoiar Aécio”, frisou o parlamentar.

Para o deputado estadual Orlando Morando (PSDB), a candidatura de Marina “contribuiu para que houvesse segundo turno”. “Se Marina não tivesse sido candidata, talvez Dilma teria ganhado no primeiro turno”, analisa o tucano, que considera como “vital” o apoio da ex-senadora neste segundo turno. “Com essas alianças (de ex-presidenciáveis para o projeto de Aécio), haverá grande onda da mudança”, acrescentou Morando.

O anúncio de Marina Silva findou a novela de posicionamentos dos postulantes derrotados no primeiro turno. Quinto e sexto colocados, respectivamente, Pastor Everaldo (PSC) e Eduardo Jorge (PV) também aderiram ao nome do PSDB. Dona do quarto lugar, Luciana Genro (Psol) pregou voto contra Aécio, orientando sufrágio nulo, branco ou para Dilma. 



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Para aecistas da região, apoio de Marina reforça transferência

Lideranças veem posição da ex-senadora pró-PSDB como ‘natural’

Júnior Carvalho
Especial para o Diário

14/10/2014 | 07:00


O já esperado apoio da ex-senadora Marina Silva (PSB) ao presidenciável tucano Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno foi oficializado no domingo. Para lideranças do Grande ABC que integram a campanha do senador mineiro, a formalização da adesão reforça a transferência de votos da ex-candidata ao nome do PSDB.

Derrotada no dia 5, Marina obteve 22.176.619 votos (21,32%) e ficou em terceiro lugar na disputa. Pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas na semana passada mostraram que, mesmo antes de a ex-senadora petista anunciar apoio ao PSDB, mais de 60% dos que disseram que votaram em Marina no primeiro turno afirmaram que vão optar pela candidatura do ex-governador de Minas Gerais. Segundo o Datafolha, 66% do eleitorado da socialista migrariam para Aécio e 18% para a presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição. Pelo Ibope, o tucano abocanha 64% dos eleitores de Marina Silva.

“O apoio da Marina reforça ainda mais a transferência de votos (a Aécio), que é algo que já aconteceria espontaneamente”, ressaltou o ex-prefeito de São Caetano e secretário de Esporte, Lazer e Juventude do Estado, José Auricchio Júnior (PTB), integrante da coordenação da campanha do tucano.

Apoiador de Marina no primeiro turno, o deputado estadual Alex Manente (PPS) destacou que a migração da socialista somada à adesão da família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campo (que morreu em agosto) será “emblemática”. “A Marina sempre defendeu a mudança, a alternância de poder. Seria incoerente se não optasse em apoiar Aécio”, frisou o parlamentar.

Para o deputado estadual Orlando Morando (PSDB), a candidatura de Marina “contribuiu para que houvesse segundo turno”. “Se Marina não tivesse sido candidata, talvez Dilma teria ganhado no primeiro turno”, analisa o tucano, que considera como “vital” o apoio da ex-senadora neste segundo turno. “Com essas alianças (de ex-presidenciáveis para o projeto de Aécio), haverá grande onda da mudança”, acrescentou Morando.

O anúncio de Marina Silva findou a novela de posicionamentos dos postulantes derrotados no primeiro turno. Quinto e sexto colocados, respectivamente, Pastor Everaldo (PSC) e Eduardo Jorge (PV) também aderiram ao nome do PSDB. Dona do quarto lugar, Luciana Genro (Psol) pregou voto contra Aécio, orientando sufrágio nulo, branco ou para Dilma. 

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