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Dunga goza da confiança de Teixeira


Marília Ruiz
Do Diário do Grande ABC

15/06/2009 | 07:02


"Dunga fica." Assim respondeu o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, a um interlocutor que perguntou sobre a permanência do técnico da Seleção Brasileira em caso de fracasso na Copa das Confederações.

Os mais atentos lembrariam que essa havia sido a mesma afirmação do mandatário da CBF antes de demitir Emerson Leão, após o fiasco no mesmo torneio em 2001 (o treinador foi demitido no Japão, a um ano da Copa que seria conquistada pelos pupilos de Luiz Felipe Scolari).

Então qual a diferença? A diferença é que Teixeira gosta de Dunga, do auxiliar-técnico, Jorginho. Centrado no projeto Copa-2014, na burocracia, na politicagem e nos trâmites do Mundial do Brasil, o dirigente não quer problemas, agitações e turbulências na preparação brasileira para o Mundial de 2010.

A Copa das Confederações, que para o Brasil começa hoje no duelo contra o nada poderoso Egito, não é, portanto, teste nenhum para Dunga. Os testes mais esperados, contra Itália (campeã do mundo) e, possivelmente, Espanha (campeã europeia), não devem, portanto, ser encarados como eliminatórios para o treinador, mas são para alguns dos atletas convocados pelo ex-capitão.

A cúpula da CBF avalia que, com a campanha nas eliminatórias (o Brasil, com a vitória sobre o Paraguai é o líder) e com a conquista da Copa América (cm vitória sobre a Argentina na final), o atual treinador da seleção assegurou seu lugar na África do Sul, ainda que o nome de Scolari apareça vez e outra na conversa da diretoria.

O sonho de Teixeira é ter Scolari na Copa brasileira. A intenção da cúpula da entidade é seduzir o pentacampeão a assumir a seleção assim que o a bola parar de rolar na África do Sul no ano que vem.

Mesmo com sucesso de Dunga? A resposta de Teixeira? Sim. O único problema? Desde que deixou o comando do time amarelo, Scolari (que passou por Portugal, Inglaterra e está no longínquo Uzbequistão) já deixou claro que não tem vontade de trabalhar mais no modus operandi da CBF.

Mas até para isso a entidade tem planos. Porque, para Teixeira e companhia, ter Felipão no comando do Brasil em 2014 será mais um dos atrativos da Copa. Será?



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