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Diretor andreense está no Festival Internacional de Curtas

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Projeto de Bruno Badain foi feito com apoio da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André


Do Diário do Grande ABC

21/08/2021 | 23:59


Filme produzido com o apoio da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André, o curta Nervo Errante, do diretor andreense Bruno Badain, é parte do 32º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, que vai até o dia 29 de agosto. A obra pode ser vista no site do evento (kinoforum.org) dia 26, às 19h.


Por meio de uma parceria com a mostra, o filme será exibido também no Tamandua.tv.br exclusivamente durante o período do festival, para que seja visto e votado pelo público. Os dez melhores filmes, segundo os votos computados no site, serão avaliados pela equipe do Canal Curta! Tamanduá e Porta Curtas, que escolherá dois deles para receber um Prêmio Aquisição. Os vencedores serão anunciados na cerimônia de encerramento do festival.


Parceira do evento, a plataforma Sesc Digital (https://sesc.digital/colecao/festival-de-curtas-kinoforum), pincelou 12 filmes da mostra, produzidos entre 2020 e 2021 em seis países: Alemanha, Brasil, Chile, Estados Unidos, México e Suíça. E entre os escolhidos está Nervo Errante.


SOBRE O FILME
Valentina é ilustradora freelancer e precisa entregar um trabalho com urgência para receber o pagamento e comprar seus medicamentos. Sem os remédios, ela sofre ataques de pânico e precisa segurar a cabeça no lugar enquanto conclui o trabalho. A obra coloca em questionamento problemas de saúde como burnout e transtornos de ansiedade, por exemplo.


O diretor Bruno Badain explica que Nervo Errante nasceu a partir de uma pesquisa de documentário sobre ansiedade e aos poucos se tornou um filme de ficção. “O projeto foi desenvolvido durante o curso da turma 9 da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e teve como orientadora a documentarista e professora Carla Gallo.” Financiado pela Lei Aldir Blanc através do Fundo Municipal de Cultura de Santo André em 2020, foi aprimorado a partir de diferentes cortes até chegar a seu formato final, selecionado para o 32º festival. 



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