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Ser humano


Do Diário do Grande ABC

13/09/2020 | 07:00


 A doação de órgãos deve ser entendida como um ato de amor. Independentemente de raça, credo ou outras características, é dever do todo ser humano atuar na defesa da vida de seus semelhantes. A perda de um ente querido faz aflorar enorme dor. Porém, o gesto de oferecer partes de seu corpo para que outras pessoas possam ganhar a esperança de se manterem vivas é atitude das mais nobres.

Atualmente, no Grande ABC existem 1.057 pacientes na chamada fila do transplante. Pessoas que não desejam um carro novo, uma casa de luxo ou mesmo aparelhos celulares de última geração. mas que sonham em ganhar um rim, um pâncreas, um coração ou um pulmão para que possam sobreviver.

Elas nem sempre podem esperar. A passagem do tempo lhes é impiedosa. Agrava ainda mais os problemas que enfrentam e contribui para que tenham qualidade de vida cada vez mais complicada. E, com a chegada da Covid-19, essa situação tornou-se ainda mais penosa. Indivíduos que foram vitimados pela doença tornaram-se impedidos de realizar a doação. E isso fez com que o número de doadores caísse 29% no País.

Este foi mais um dos empecilhos trazidos pela pandemia do novo coronavírus. Entretanto, a circulação do vírus por todo o planeta contribuiu para uma série de coisas positivas. É perceptível que parte da população se preocupa mais com as demais pessoas. Por isso adota procedimentos que evitam a proliferação do vírus, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a sanitização de ambientes. Bem como o engajamento em ações sociais.

Tomara que essa onda de altruísmo, que foi bem maior no início da pandemia, seja perpetuada após a superação da doença. Que os indivíduos possam ser realmente humanos, voltando seus olhares para as necessidades destas pessoas. Que esqueçam o egoismo e passem a atuar com mais generosidade. Que contribuam para o sonho de quem deseja apenas poder continuar a viver.



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Do Diário do Grande ABC

13/09/2020 | 07:00


 A doação de órgãos deve ser entendida como um ato de amor. Independentemente de raça, credo ou outras características, é dever do todo ser humano atuar na defesa da vida de seus semelhantes. A perda de um ente querido faz aflorar enorme dor. Porém, o gesto de oferecer partes de seu corpo para que outras pessoas possam ganhar a esperança de se manterem vivas é atitude das mais nobres.

Atualmente, no Grande ABC existem 1.057 pacientes na chamada fila do transplante. Pessoas que não desejam um carro novo, uma casa de luxo ou mesmo aparelhos celulares de última geração. mas que sonham em ganhar um rim, um pâncreas, um coração ou um pulmão para que possam sobreviver.

Elas nem sempre podem esperar. A passagem do tempo lhes é impiedosa. Agrava ainda mais os problemas que enfrentam e contribui para que tenham qualidade de vida cada vez mais complicada. E, com a chegada da Covid-19, essa situação tornou-se ainda mais penosa. Indivíduos que foram vitimados pela doença tornaram-se impedidos de realizar a doação. E isso fez com que o número de doadores caísse 29% no País.

Este foi mais um dos empecilhos trazidos pela pandemia do novo coronavírus. Entretanto, a circulação do vírus por todo o planeta contribuiu para uma série de coisas positivas. É perceptível que parte da população se preocupa mais com as demais pessoas. Por isso adota procedimentos que evitam a proliferação do vírus, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a sanitização de ambientes. Bem como o engajamento em ações sociais.

Tomara que essa onda de altruísmo, que foi bem maior no início da pandemia, seja perpetuada após a superação da doença. Que os indivíduos possam ser realmente humanos, voltando seus olhares para as necessidades destas pessoas. Que esqueçam o egoismo e passem a atuar com mais generosidade. Que contribuam para o sonho de quem deseja apenas poder continuar a viver.

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