Fechar
Publicidade

Domingo, 11 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Alexandre nega pedido de Sara para anular provas da CPMI das fake News

Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


26/08/2020 | 16:37


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido apresentado pela defesa da extremista Sara Fernanda Giromini para declarar falsas e anular todas as provas colhidas na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.

Em despacho proferido na última sexta, 21, o ministro considerou que não foram reunidos ''indícios mínimos de inautenticidade'' dos documentos.

"O pedido não comporta acolhimento. Na presente hipótese, a requerente não apresentou indícios mínimos da inautenticidade dos documentos trazidos aos autos de forma a caracterizar a alegada falsidade. Flagrante a ausência de justa causa, a consequência é o indeferimento do pedido com imediato arquivamento da representação", escreveu Moraes ao arquivar o pedido.

Os advogados da militante bolsonarista tentavam anular provas colhidas pela CPMI que, segundo a defesa, também embasam parte dos inquéritos sobre a disseminação de notícias falsas e a organização de atos antidemocráticos contra Sara no Supremo Tribunal Federal.

A defesa alegava que os documentos apresentados pelos deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP) e Nereu Crispim (PSL-RS) são falsos e teriam sido repassados pelo empresário Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido como ''Luciano Ayan'', que foi denunciado e preso por suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o Movimento Brasil Livre (MBL) no mês passado. Não são informadas, contudo, quais seriam as provas ''contaminadas'' e quais informações Ayan teria repassado à comissão.

"''Luciano Ayan'', ''guru'' e fonte inesgotável de informações à CPMI e STF, através de dois deputados federais já citados acima, é acusado pelo MP de São Paulo de disseminar ''fake news'', associação criminosa, sonegação de tributos, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro", afirmaram os advogados que pediam, além da declaração de nulidade das provas, a exclusão da extremista dos inquéritos e seu arquivamento.

Em razão das investigações, Sara chegou a ficar presa temporariamente e agora é monitorada por tornozeleira eletrônica.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Alexandre nega pedido de Sara para anular provas da CPMI das fake News


26/08/2020 | 16:37


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido apresentado pela defesa da extremista Sara Fernanda Giromini para declarar falsas e anular todas as provas colhidas na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.

Em despacho proferido na última sexta, 21, o ministro considerou que não foram reunidos ''indícios mínimos de inautenticidade'' dos documentos.

"O pedido não comporta acolhimento. Na presente hipótese, a requerente não apresentou indícios mínimos da inautenticidade dos documentos trazidos aos autos de forma a caracterizar a alegada falsidade. Flagrante a ausência de justa causa, a consequência é o indeferimento do pedido com imediato arquivamento da representação", escreveu Moraes ao arquivar o pedido.

Os advogados da militante bolsonarista tentavam anular provas colhidas pela CPMI que, segundo a defesa, também embasam parte dos inquéritos sobre a disseminação de notícias falsas e a organização de atos antidemocráticos contra Sara no Supremo Tribunal Federal.

A defesa alegava que os documentos apresentados pelos deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP) e Nereu Crispim (PSL-RS) são falsos e teriam sido repassados pelo empresário Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido como ''Luciano Ayan'', que foi denunciado e preso por suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o Movimento Brasil Livre (MBL) no mês passado. Não são informadas, contudo, quais seriam as provas ''contaminadas'' e quais informações Ayan teria repassado à comissão.

"''Luciano Ayan'', ''guru'' e fonte inesgotável de informações à CPMI e STF, através de dois deputados federais já citados acima, é acusado pelo MP de São Paulo de disseminar ''fake news'', associação criminosa, sonegação de tributos, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro", afirmaram os advogados que pediam, além da declaração de nulidade das provas, a exclusão da extremista dos inquéritos e seu arquivamento.

Em razão das investigações, Sara chegou a ficar presa temporariamente e agora é monitorada por tornozeleira eletrônica.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;