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‘Eutanásia branca’ é admitida nos hospitais


Gabriel Batista
Do Diário do Grande

01/04/2005 | 14:56


O médico geriatra e intensivista Francisco Socorro Alves, do PS Municipal de São Bernardo, afirma que nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) se pratica a eutanásia branca. “Como faltam equipamentos, os médicos optam por um paciente que tem mais chances de sobreviver.” Ele refere-se à situação em que surgem dois ou mais pacientes em estado grave, mas há apenas uma vaga para atendimento intensivo.

Alves deixou claro que não pratica eutanásia passiva durante o trabalho, proibida no país e que consiste em desligar os meios clínicos que mantêm o paciente vivo. Mas o médico afirma que pessoalmente é a favor da morte nos casos de pessoas em estado vegetativo. “Se fosse a minha mãe, optaria por deixá-la falecer. É uma atitude racional, na minha opinião.”

Para o presidente da Fundação ABC, mantenedora da Faculdade de Medicina ABC, Homero Nepomuceno Duarte, a morte da americana Terri Schiavo não vai mudar o conceito de eutanásia no Brasil. “Aqui há grande influência da Igreja Católica, já nos EUA a religião é mais materialista e menos espiritualista.”

Nepomuceno, conselheiro editorial do Diário, reforça a afirmação do colega Alves. “Um médico não investe com drogas em um paciente terminal, mas não é algo tão explícito.”



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‘Eutanásia branca’ é admitida nos hospitais

Gabriel Batista
Do Diário do Grande

01/04/2005 | 14:56


O médico geriatra e intensivista Francisco Socorro Alves, do PS Municipal de São Bernardo, afirma que nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) se pratica a eutanásia branca. “Como faltam equipamentos, os médicos optam por um paciente que tem mais chances de sobreviver.” Ele refere-se à situação em que surgem dois ou mais pacientes em estado grave, mas há apenas uma vaga para atendimento intensivo.

Alves deixou claro que não pratica eutanásia passiva durante o trabalho, proibida no país e que consiste em desligar os meios clínicos que mantêm o paciente vivo. Mas o médico afirma que pessoalmente é a favor da morte nos casos de pessoas em estado vegetativo. “Se fosse a minha mãe, optaria por deixá-la falecer. É uma atitude racional, na minha opinião.”

Para o presidente da Fundação ABC, mantenedora da Faculdade de Medicina ABC, Homero Nepomuceno Duarte, a morte da americana Terri Schiavo não vai mudar o conceito de eutanásia no Brasil. “Aqui há grande influência da Igreja Católica, já nos EUA a religião é mais materialista e menos espiritualista.”

Nepomuceno, conselheiro editorial do Diário, reforça a afirmação do colega Alves. “Um médico não investe com drogas em um paciente terminal, mas não é algo tão explícito.”

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