Fechar
Publicidade

Sábado, 11 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Carlos Grana vai tentar negociar contrapartida de banco por R$ 35 mi por folha de pagamento

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após três certames desertos, Paço aguarda proposta de instituição pelo mesmo valor licitado


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

19/10/2013 | 07:00


O governo do prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), negocia manter o valor de R$ 35 milhões por contrapartida do banco que administrará a folha de pagamento dos servidores públicos municipais, aguardando oferta pela mesma proposta estipulada na última licitação. Ao todo, foram três certames desertos – nenhuma empresa apresentou interesse. A informação é que dirigentes de uma instituição pública, como o Banco do Brasil, têm realizado tratativas com o Paço para oferecer o preço requisitado.

Grana afirmou que técnicos da Prefeitura estão em fase final de análise, mas que “é bem possível” que um banco possa chegar nos R$ 35 milhões e não seja necessário abrir novo chamamento. “Deu três diretas desertas. Fizemos processo e não houve proposta. Não tem pegadinha. Banco público pode ofertar (preço para realizar o serviço). Por isso estamos esperando. O Banco do Brasil é um deles”, sugeriu o petista. A instituição é a atual detentora do contrato, porém pelo valor de R$ 20 milhões.

O Banco do Brasil tem convênio há, pelo menos, cinco anos com a Prefeitura. À ocasião, o contrato se deu de forma direta, sem processo licitatório. De acordo com a lei número 8.666/93, artigo 24, inciso cinco, é dispensável certame quando não aparecerem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas. O Paço deve alegar o investimento angariado com a venda da folha.

A gestão petista prevê arrecadar o valor para diminuir o deficit financeiro, hoje na ordem de R$ 140 milhões. Grana já anunciou que as contas da Prefeitura vão fechar no negativo neste ano, sustentando que a dívida não sofrerá aumento, apesar da ampliação dos serviços – o rombo em janeiro era de R$ 117,3 milhões – a meta ao departamento econômico era conservar o valor. “Não recuperamos. Vamos continuar com deficit”, disse, ao acrescentar que a situação dependerá do resultado do programa de recuperação de créditos fiscais, em vigência até dezembro.

A Prefeitura contém 16.051 funcionários, entre administração direta e indireta, abrangendo servidores ativos, inativos, pensionistas e contratados.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Carlos Grana vai tentar negociar contrapartida de banco por R$ 35 mi por folha de pagamento

Após três certames desertos, Paço aguarda proposta de instituição pelo mesmo valor licitado

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

19/10/2013 | 07:00


O governo do prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), negocia manter o valor de R$ 35 milhões por contrapartida do banco que administrará a folha de pagamento dos servidores públicos municipais, aguardando oferta pela mesma proposta estipulada na última licitação. Ao todo, foram três certames desertos – nenhuma empresa apresentou interesse. A informação é que dirigentes de uma instituição pública, como o Banco do Brasil, têm realizado tratativas com o Paço para oferecer o preço requisitado.

Grana afirmou que técnicos da Prefeitura estão em fase final de análise, mas que “é bem possível” que um banco possa chegar nos R$ 35 milhões e não seja necessário abrir novo chamamento. “Deu três diretas desertas. Fizemos processo e não houve proposta. Não tem pegadinha. Banco público pode ofertar (preço para realizar o serviço). Por isso estamos esperando. O Banco do Brasil é um deles”, sugeriu o petista. A instituição é a atual detentora do contrato, porém pelo valor de R$ 20 milhões.

O Banco do Brasil tem convênio há, pelo menos, cinco anos com a Prefeitura. À ocasião, o contrato se deu de forma direta, sem processo licitatório. De acordo com a lei número 8.666/93, artigo 24, inciso cinco, é dispensável certame quando não aparecerem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas. O Paço deve alegar o investimento angariado com a venda da folha.

A gestão petista prevê arrecadar o valor para diminuir o deficit financeiro, hoje na ordem de R$ 140 milhões. Grana já anunciou que as contas da Prefeitura vão fechar no negativo neste ano, sustentando que a dívida não sofrerá aumento, apesar da ampliação dos serviços – o rombo em janeiro era de R$ 117,3 milhões – a meta ao departamento econômico era conservar o valor. “Não recuperamos. Vamos continuar com deficit”, disse, ao acrescentar que a situação dependerá do resultado do programa de recuperação de créditos fiscais, em vigência até dezembro.

A Prefeitura contém 16.051 funcionários, entre administração direta e indireta, abrangendo servidores ativos, inativos, pensionistas e contratados.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;