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PSDB: tática preventiva



09/10/2010 | 07:07


O comando da campanha do presidenciável do PSDB, José Serra, resolveu adotar medidas preventivas contra o crescimento da candidata adversária Dilma Rousseff (PT) junto ao eleitorado de Marina Silva (PV) em São Paulo e passará a focar a campanha tucana nas 100 maiores cidades paulistas.

Os principais aliados de Serra participarão do "mutirão", formado por dois novos integrantes do conselho político, o governador eleito, Geraldo Alckmin, e o senador eleito, Aloysio Nunes Ferreira. Passam a compor o grupo o prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), o secretário de Educação, Paulo Renato Souza, e o vice-governador eleito, Guilherme Afif Domingos (DEM).

Kassab visita hoje Caieiras e Paulínia para entregar aos prefeitos a carta assinada por Alckmin e Aloysio, na qual pedem apoio a Serra. Nos últimos dois dias, Alckmin foi a Santos, Mogi das Cruzes e São José do Rio Preto. A disputa no maior colégio eleitoral do País será acirrada. Serra venceu no Estado por uma diferença de pouco mais de 780 mil votos. Teve 40,66% dos votos, contra 37,31% de Dilma. Marina consegui obter 4,8 milhões de votos no Estado.

Os tucanos querem focar em cidades estratégicas, onde o candidato perdeu para Dilma, como Campinas, Guarulhos e o Grande ABC. Alckmin disse ontem, em São José do Rio Preto, que as viagens têm finalidade de conquistar o eleitor de Marina. "O tempo de TV será igual, e Marina teve 20% dos votos. Em quem vai votar esse eleitor no segundo turno? Acho que ele tem afinidade maior conosco", disse Alckmin.

O comando da campanha tucana também decidiu agora que vai tentar tirar do papel o "conselho político", criado durante o primeiro turno e formado por lideranças dos partidos aliados.

O grupo foi feito para atender à demanda dos partidos aliados de terem maior participação nas principais decisões da campanha. Mas o "conselho de notáveis" nunca se reuniu. A ausência dos encontros foi vista internamente como exemplo de que o presidenciável tucano não estava aberto para ouvir os aliados. O comando tucano quer que o grupo se reúna segunda-feira. A data, no entanto, depende da agenda de Serra.



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PSDB: tática preventiva


09/10/2010 | 07:07


O comando da campanha do presidenciável do PSDB, José Serra, resolveu adotar medidas preventivas contra o crescimento da candidata adversária Dilma Rousseff (PT) junto ao eleitorado de Marina Silva (PV) em São Paulo e passará a focar a campanha tucana nas 100 maiores cidades paulistas.

Os principais aliados de Serra participarão do "mutirão", formado por dois novos integrantes do conselho político, o governador eleito, Geraldo Alckmin, e o senador eleito, Aloysio Nunes Ferreira. Passam a compor o grupo o prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), o secretário de Educação, Paulo Renato Souza, e o vice-governador eleito, Guilherme Afif Domingos (DEM).

Kassab visita hoje Caieiras e Paulínia para entregar aos prefeitos a carta assinada por Alckmin e Aloysio, na qual pedem apoio a Serra. Nos últimos dois dias, Alckmin foi a Santos, Mogi das Cruzes e São José do Rio Preto. A disputa no maior colégio eleitoral do País será acirrada. Serra venceu no Estado por uma diferença de pouco mais de 780 mil votos. Teve 40,66% dos votos, contra 37,31% de Dilma. Marina consegui obter 4,8 milhões de votos no Estado.

Os tucanos querem focar em cidades estratégicas, onde o candidato perdeu para Dilma, como Campinas, Guarulhos e o Grande ABC. Alckmin disse ontem, em São José do Rio Preto, que as viagens têm finalidade de conquistar o eleitor de Marina. "O tempo de TV será igual, e Marina teve 20% dos votos. Em quem vai votar esse eleitor no segundo turno? Acho que ele tem afinidade maior conosco", disse Alckmin.

O comando da campanha tucana também decidiu agora que vai tentar tirar do papel o "conselho político", criado durante o primeiro turno e formado por lideranças dos partidos aliados.

O grupo foi feito para atender à demanda dos partidos aliados de terem maior participação nas principais decisões da campanha. Mas o "conselho de notáveis" nunca se reuniu. A ausência dos encontros foi vista internamente como exemplo de que o presidenciável tucano não estava aberto para ouvir os aliados. O comando tucano quer que o grupo se reúna segunda-feira. A data, no entanto, depende da agenda de Serra.

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