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Carta enviada ao The New York Times no RJ não tinha antraz


Do Diário OnLine

20/10/2001 | 13:23


A carta enviada na última terça-feira ao repórter Larry Rohter, correspondente do jornal norte-americano The New York Times no Rio de Janeiro, não está contaminada com a bactéria do antraz. A informação foi confirmada neste sábado pelo presidente da Fiocruz, Paulo Buss.

Segundo Buss, a susbtância detectada no envelope trata-se de um contaminante ambiental, uma espécie de germe que não causa doenças nas pessoas. O tipo de micróbio será conhecido apenas na segunda-feira, após a realização de exames conclusivos.

Ele informou que os testes de bacterioscopia e de cultura deram negativo para a presença do bacilo do antraz. Buss lembrou que, mesmo se o envelope estivesse contaminado pela bactéria, não teria causado danos a ninguém, uma vez que a correspondência não foi aberta pela pessoa que a recebeu e pelo fato de ter sido transportada para análises em condições seguras.

A carta em questão foi postada em Nova York no dia 5 de outubro. Os quatro funcionários do jornal no Rio foram medicados com o antibiótico Cipro, por precaução. A jornalista e administradora do escritório, a brasileira Mery Galanternick, suspeitou do envelope porque não havia endereço para retorno. Ele estava dentro de um pacote especial dos correios americanos, de papelão duro e com a inscrição "priority mail" (correspondência urgente).



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Carta enviada ao The New York Times no RJ não tinha antraz

Do Diário OnLine

20/10/2001 | 13:23


A carta enviada na última terça-feira ao repórter Larry Rohter, correspondente do jornal norte-americano The New York Times no Rio de Janeiro, não está contaminada com a bactéria do antraz. A informação foi confirmada neste sábado pelo presidente da Fiocruz, Paulo Buss.

Segundo Buss, a susbtância detectada no envelope trata-se de um contaminante ambiental, uma espécie de germe que não causa doenças nas pessoas. O tipo de micróbio será conhecido apenas na segunda-feira, após a realização de exames conclusivos.

Ele informou que os testes de bacterioscopia e de cultura deram negativo para a presença do bacilo do antraz. Buss lembrou que, mesmo se o envelope estivesse contaminado pela bactéria, não teria causado danos a ninguém, uma vez que a correspondência não foi aberta pela pessoa que a recebeu e pelo fato de ter sido transportada para análises em condições seguras.

A carta em questão foi postada em Nova York no dia 5 de outubro. Os quatro funcionários do jornal no Rio foram medicados com o antibiótico Cipro, por precaução. A jornalista e administradora do escritório, a brasileira Mery Galanternick, suspeitou do envelope porque não havia endereço para retorno. Ele estava dentro de um pacote especial dos correios americanos, de papelão duro e com a inscrição "priority mail" (correspondência urgente).

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