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Marcos se cansa de polêmicas e adota ‘lei do silêncio’


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

29/11/2001 | 00:14


Depois de se envolver em algumas polêmicas no tumultuado ambiente do Palmeiras, Marcos decidiu adotar a ’lei do silêncio‘. O goleiro já avisou que não dá mais entrevista sem hora marcada. Segundo ele, não é preciso falar a mesma coisa diariamente.   No final de cada treinamento, Marcos ficava o tempo todo ao lado da imprensa. Mas, ao voltar da Seleção Brasileira, leu e ouviu críticas que o incomodaram. Encarou tudo como uma espécie da campanha favorável à entrada do são-paulino Rogério Ceni no grupo de Luiz Felipe Scolari. Marcos entende que deve limitar o assédio dos jornalistas para não cometer eventuais equívocos.

Não é só isso. Enterros simbólicos, fofocas, ameaças aos jogadores e piadas dos rivais também infernizam ainda mais a fase ruim do Palmeiras. Os efeitos colaterais da crise chegaram a provocar briga em família. Os irmãos Belluzzo, que sempre mantiveram ótimo relacionamento, se desentenderam na semana passada. Luiz Gonzaga, conselheiro vitalício, criticou o trabalho atual e sugeriu um basta ao continuísmo do presidente Mustafá Contursi. Prometeu que apoiará um segundo candidato nas próximas eleições. Luiz Augusto, do departamento jurídico do clube, não gostou. Os dois discutiram.

Luiz Gonzaga Belluzzo foi titular na Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda na gestão Dílson Funaro e secretário estadual durante os governos Quércia e Fleury.



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Marcos se cansa de polêmicas e adota ‘lei do silêncio’

Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

29/11/2001 | 00:14


Depois de se envolver em algumas polêmicas no tumultuado ambiente do Palmeiras, Marcos decidiu adotar a ’lei do silêncio‘. O goleiro já avisou que não dá mais entrevista sem hora marcada. Segundo ele, não é preciso falar a mesma coisa diariamente.   No final de cada treinamento, Marcos ficava o tempo todo ao lado da imprensa. Mas, ao voltar da Seleção Brasileira, leu e ouviu críticas que o incomodaram. Encarou tudo como uma espécie da campanha favorável à entrada do são-paulino Rogério Ceni no grupo de Luiz Felipe Scolari. Marcos entende que deve limitar o assédio dos jornalistas para não cometer eventuais equívocos.

Não é só isso. Enterros simbólicos, fofocas, ameaças aos jogadores e piadas dos rivais também infernizam ainda mais a fase ruim do Palmeiras. Os efeitos colaterais da crise chegaram a provocar briga em família. Os irmãos Belluzzo, que sempre mantiveram ótimo relacionamento, se desentenderam na semana passada. Luiz Gonzaga, conselheiro vitalício, criticou o trabalho atual e sugeriu um basta ao continuísmo do presidente Mustafá Contursi. Prometeu que apoiará um segundo candidato nas próximas eleições. Luiz Augusto, do departamento jurídico do clube, não gostou. Os dois discutiram.

Luiz Gonzaga Belluzzo foi titular na Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda na gestão Dílson Funaro e secretário estadual durante os governos Quércia e Fleury.

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