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Imprensa trata com prudência comunicado da Al Qaeda


Das Agências

14/10/2001 | 17:24


Os meios de comunicação dos Estados Unidos trataram o último comunicado da organização Al Qaeda, de Osama Bin Laden, com extrema prudência e só divulgaram alguns trechos várias horas depois da transmissão da rede de televisão Al Jazeera, que tem sede no Qatar.

Na semana passada os meios de comunicação dos Estados Unidos anunciaram que respeitariam a recomendação da Casa Branca de não divulgar ao vivo mensagens da organização liderada pelo extremista muçulmano, em decorrência da possibilidade de que estas possam conter mensagens cifradas.

A mensagem, lida pelo porta-voz da Al Qaeda, Sulaiman Abú Ghaíth, advertia sobre novos ataques com aviões suicidas contra os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, e convocava os muçulmanos a se rebelar contra os bombardeios americanos no Afeganistão.

A maioria das redes de televisão divulgou um breve trecho de 10 segundos de duração ou uma imagem fixa de Abu Ghaith com legendas que informavam que o comunicado continha novas ameaças contra os americanos.

As grandes redes (ABC, CBS, NBC, Fox e CNN) aceitaram analisar as mensagens da Al Qaeda antes de divulgá-las, em resposta a um pedido da conselheira de Segurança Nacional, Condoleezza Rice.

A CNN divulgou este domingo um trecho da mensagem, seguido de uma intervenção de sua correspondente na Casa Branca com a posição oficial de Washington, que recusa o comunicado e o considera "propaganda".

A rede Al Jazieea informou que as gravações são deixadas anonimamente em seu escritório de Kabul e que também analisa detalhadamente todas as fitas antes de divulgá-las.



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Imprensa trata com prudência comunicado da Al Qaeda

Das Agências

14/10/2001 | 17:24


Os meios de comunicação dos Estados Unidos trataram o último comunicado da organização Al Qaeda, de Osama Bin Laden, com extrema prudência e só divulgaram alguns trechos várias horas depois da transmissão da rede de televisão Al Jazeera, que tem sede no Qatar.

Na semana passada os meios de comunicação dos Estados Unidos anunciaram que respeitariam a recomendação da Casa Branca de não divulgar ao vivo mensagens da organização liderada pelo extremista muçulmano, em decorrência da possibilidade de que estas possam conter mensagens cifradas.

A mensagem, lida pelo porta-voz da Al Qaeda, Sulaiman Abú Ghaíth, advertia sobre novos ataques com aviões suicidas contra os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, e convocava os muçulmanos a se rebelar contra os bombardeios americanos no Afeganistão.

A maioria das redes de televisão divulgou um breve trecho de 10 segundos de duração ou uma imagem fixa de Abu Ghaith com legendas que informavam que o comunicado continha novas ameaças contra os americanos.

As grandes redes (ABC, CBS, NBC, Fox e CNN) aceitaram analisar as mensagens da Al Qaeda antes de divulgá-las, em resposta a um pedido da conselheira de Segurança Nacional, Condoleezza Rice.

A CNN divulgou este domingo um trecho da mensagem, seguido de uma intervenção de sua correspondente na Casa Branca com a posição oficial de Washington, que recusa o comunicado e o considera "propaganda".

A rede Al Jazieea informou que as gravações são deixadas anonimamente em seu escritório de Kabul e que também analisa detalhadamente todas as fitas antes de divulgá-las.

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