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Vereadores de São Bernardo veem lado positivo


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

09/10/2010 | 07:04


A primeira sessão da Câmara de São Bernardo após as eleições proporcionais, quarta-feira, passou longe de ser uma das mais animadas. Por motivo simples: os cinco candidatos da Casa que tentaram voos mais altos não obtiveram êxito. Ainda que, nas avaliações pessoais, o desempenho nas urnas foi aceitável.

A performance de vereadores da cidade em eleições anteriores foi mais positiva. Os três deputados estaduais reeleitos em 2010 pelo município saíram do Legislativo municipal. Orlando Morando (PSDB) e Ana do Carmo (PT) ingressaram na Assembleia em 2002. Alex Manente (PPS) foi eleito para o primeiro mandato no parlamento paulista em 2006.

O vereador Admir Ferro (PSDB), candidato a deputado estadual de São Bernardo mais votado neste ano depois dos três vitoriosos, ficou otimista com os pouco mais de 22 mil votos adquiridos. "Fiz campanha sozinho, sem apoio de outros vereadores, sem aporte financeiro adequado para uma eleição de deputado. O quatro lugar na cidade foi um bom resultado", analisou.

No início do período eleitoral o tucano teve adesão de colegas de Câmara, que o deixaram quando começou efetivamente a disputa. "Não existe mágoa. Na política isso é normal. Mas queria entender porque começaram com uma ideia e terminaram com outra", frisou Ferro, sem citar nomes.

Os dois peemedebistas protagonizaram disputa por espaço no partido antes do pleito. A discussão era para definir quem seria o pleiteante da sigla à Assembleia. Sem consenso, Gilberto França e Tunico Vieira saíram candidatos. Sem sucesso para ambos.

"Aumentei em cerca de 500% meu eleitorado em comparação com a eleição para vereador, em 2008. Demonstrei que tenho liderança. Mas também respeito a liderança dele. Tenho um currículo mais modesto, mas na hora do voto a urna fala por si", salientou Gilberto (14.230 votos), ao deixar claro resquício da disputa interna com Tunico (9.885 votos).

Tunico, por sua vez, evitou polemizar. "Tive 20 dias de campanha. Meu material chegou tarde. Fui candidato por um objetivo partidário, de contribuir com o PMDB, não exerci projeto pessoal. Na verdade, cumpri metade da missão", discorreu o peemedebista, referindo-se ao fato de a campanha presidencial ser levada ao segundo turno - ele coordenou na região as ações de Michel Temer (PMDB), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo PT ao Planalto.

Único a pleitear vaga na Câmara Federal entre os vereadores de São Bernardo, Vandir Mognon (PSB) conquistou 6.823. "Claro que queria ser eleito, mas não foi possível. Sabia das dificuldades, mas não esperava 340 mil votos de eleitores de São Bernardo para candidatos de fora da cidade. Por isso sou a favor de voto distrital", afirmou o socialista.

Pastor Ivanildo de Santana (PSB), que obteve 6.959 votos, não foi encontrado para comentar o assunto.



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Vereadores de São Bernardo veem lado positivo

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

09/10/2010 | 07:04


A primeira sessão da Câmara de São Bernardo após as eleições proporcionais, quarta-feira, passou longe de ser uma das mais animadas. Por motivo simples: os cinco candidatos da Casa que tentaram voos mais altos não obtiveram êxito. Ainda que, nas avaliações pessoais, o desempenho nas urnas foi aceitável.

A performance de vereadores da cidade em eleições anteriores foi mais positiva. Os três deputados estaduais reeleitos em 2010 pelo município saíram do Legislativo municipal. Orlando Morando (PSDB) e Ana do Carmo (PT) ingressaram na Assembleia em 2002. Alex Manente (PPS) foi eleito para o primeiro mandato no parlamento paulista em 2006.

O vereador Admir Ferro (PSDB), candidato a deputado estadual de São Bernardo mais votado neste ano depois dos três vitoriosos, ficou otimista com os pouco mais de 22 mil votos adquiridos. "Fiz campanha sozinho, sem apoio de outros vereadores, sem aporte financeiro adequado para uma eleição de deputado. O quatro lugar na cidade foi um bom resultado", analisou.

No início do período eleitoral o tucano teve adesão de colegas de Câmara, que o deixaram quando começou efetivamente a disputa. "Não existe mágoa. Na política isso é normal. Mas queria entender porque começaram com uma ideia e terminaram com outra", frisou Ferro, sem citar nomes.

Os dois peemedebistas protagonizaram disputa por espaço no partido antes do pleito. A discussão era para definir quem seria o pleiteante da sigla à Assembleia. Sem consenso, Gilberto França e Tunico Vieira saíram candidatos. Sem sucesso para ambos.

"Aumentei em cerca de 500% meu eleitorado em comparação com a eleição para vereador, em 2008. Demonstrei que tenho liderança. Mas também respeito a liderança dele. Tenho um currículo mais modesto, mas na hora do voto a urna fala por si", salientou Gilberto (14.230 votos), ao deixar claro resquício da disputa interna com Tunico (9.885 votos).

Tunico, por sua vez, evitou polemizar. "Tive 20 dias de campanha. Meu material chegou tarde. Fui candidato por um objetivo partidário, de contribuir com o PMDB, não exerci projeto pessoal. Na verdade, cumpri metade da missão", discorreu o peemedebista, referindo-se ao fato de a campanha presidencial ser levada ao segundo turno - ele coordenou na região as ações de Michel Temer (PMDB), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo PT ao Planalto.

Único a pleitear vaga na Câmara Federal entre os vereadores de São Bernardo, Vandir Mognon (PSB) conquistou 6.823. "Claro que queria ser eleito, mas não foi possível. Sabia das dificuldades, mas não esperava 340 mil votos de eleitores de São Bernardo para candidatos de fora da cidade. Por isso sou a favor de voto distrital", afirmou o socialista.

Pastor Ivanildo de Santana (PSB), que obteve 6.959 votos, não foi encontrado para comentar o assunto.

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