Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 9 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Funcionalismo quer 20% de reajuste

Medida contrasta com postura do governo que fala em saúde financeira debilitada


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

30/03/2013 | 07:45


Logo no primeiro ano de governo, o prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), terá pela frente reivindicação de reajuste salarial em 20% do funcionalismo público. Além da reposição de acordo com o índice da inflação no período, o Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) da cidade destaca que a alta proposta é um diagnóstico para acúmulo de arrocho nos últimos anos.

O canal de negociação do sindicato com o Executivo ainda é tímido, já que a entidade não fechou a pauta completa de reivindicações. Nos últimos anos a categoria conseguiu, pelo menos, repor a perda salarial nas contas da inflação. O índice referente ao ano passado é de 5,84%, porém a categoria fará levantamento do aumento do custo de vida entre 1º de abril de 2012 e desse ano. A data de referência é utilizada por ser a data base da categoria.

Fora o aumento salarial, a cobrança pela implementação do PCCV (Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos) será a segunda prioridade. A peça foi aprovada pela gestão do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PTB), mas continua encostada no Palácio da Cerâmica. O único benefício gerado pelo plano foi para a GCM (Guarda Civil Municipal), que recebeu pequeno ajuste no vencimento base de R$ 300 para R$ 700.

Desde então, o funcionalismo vem pedindo a implementação completa do projeto que lutou por cerca de 60 anos.

A reivindicação da contegoria contrasta com o discurso da gestão Pinheiro. A Prefeitura tem alegado que está com o poder de investimento comprometido. A justificativa é o débito de R$ 264,5 milhões que garante ter herdado de Auricchio.

A postura administrativa sinaliza pelo corte de gastos. O prefeito citou ter economizado R$ 3,5 milhões mensais com o corte de benefícios para comissionados.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Funcionalismo quer 20% de reajuste

Medida contrasta com postura do governo que fala em saúde financeira debilitada

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

30/03/2013 | 07:45


Logo no primeiro ano de governo, o prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), terá pela frente reivindicação de reajuste salarial em 20% do funcionalismo público. Além da reposição de acordo com o índice da inflação no período, o Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) da cidade destaca que a alta proposta é um diagnóstico para acúmulo de arrocho nos últimos anos.

O canal de negociação do sindicato com o Executivo ainda é tímido, já que a entidade não fechou a pauta completa de reivindicações. Nos últimos anos a categoria conseguiu, pelo menos, repor a perda salarial nas contas da inflação. O índice referente ao ano passado é de 5,84%, porém a categoria fará levantamento do aumento do custo de vida entre 1º de abril de 2012 e desse ano. A data de referência é utilizada por ser a data base da categoria.

Fora o aumento salarial, a cobrança pela implementação do PCCV (Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos) será a segunda prioridade. A peça foi aprovada pela gestão do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PTB), mas continua encostada no Palácio da Cerâmica. O único benefício gerado pelo plano foi para a GCM (Guarda Civil Municipal), que recebeu pequeno ajuste no vencimento base de R$ 300 para R$ 700.

Desde então, o funcionalismo vem pedindo a implementação completa do projeto que lutou por cerca de 60 anos.

A reivindicação da contegoria contrasta com o discurso da gestão Pinheiro. A Prefeitura tem alegado que está com o poder de investimento comprometido. A justificativa é o débito de R$ 264,5 milhões que garante ter herdado de Auricchio.

A postura administrativa sinaliza pelo corte de gastos. O prefeito citou ter economizado R$ 3,5 milhões mensais com o corte de benefícios para comissionados.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;