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Plano de carreira seduz mais que salário


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

27/01/2008 | 07:20


Ano novo, vida nova. Seguindo o velho ditado, muitos profissionais decidem por mudar de empresa nessa época. Procurando encontrar os motivos que levam as pessoas a aceitarem uma nova proposta, a perspectiva de crescimento em outra companhia foi o fator apontado por 36% dos profissionais como sendo o mais importante.

A pesquisa, realizada pelo Grupo Catho, junto a 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o País, apontou que 9,93% das pessoas demonstraram ficar atraídas pela companhia que fez a proposta.

A necessidade de manter-se ativo e inserido no mercado, que está cada vez mais competitivo, refletiu nas respostas de 18,54% dos entrevistados, que declararam ter aceitado a última oferta de emprego por “falta de opção”. Já o gosto pelo tipo de trabalho foi a terceira razão mais mencionada, reunindo 11,28% dos profissionais.

Diferentemente daquilo que se esperava, os fatores financeiros se mostraram bem menos influentes na decisão de mudar de emprego. O aumento salarial ocupou apenas o quinto lugar no ranking das razões que levaram à aceitação de um novo trabalho, sendo apontado por 7,22% das respostas.

“Esse resultado é preciso ser levado em conta. Afinal, na prática o salário é um item que pesa e muito na aceitação da proposta”, argumenta a supervisora do serviço de Consultoria Virtual da Catho Online, Glaucia Costa.

Carreira - Para ela, trocar um emprego por outro onde se ganhe menos só será vantajoso se o profissional ocupar um cargo de ascensão profissional.

O aumento nos benefícios foi o fator menos considerado: apenas 1,66% dos entrevistados indicaram esse quesito como sendo principal.

Outros fatores - Parte dos entrevistados colocou em xeque outros fatores que seriam decisivos para mudar de empresa, tais como qualidade de vida do profissional: 5,83% dos entrevistados citaram diretamente essa razão; 2,29% afirmaram ter aceitado um novo emprego que permitisse ficar mais tempo com a família e 2,18% disseram que trocaram de empregador para trabalhar mais perto de casa.

Prioridades - “Pessoas que têm uma certa estabilidade profissional e que já constituíram uma família, que têm filhos, já não priorizam tanto o dinheiro ou o crescimento profissional. Há outras prioridades”, explica.


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