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Lázaro Ramos faz TV com personalidade


Da TV Press

12/07/2008 | 07:03


Há três anos no comando do programa Espelho, do Canal Brasil (Net e Sky), Lázaro Ramos já deixou de lado a obrigação de tratar, a cada programa, de algum assunto com temática negra. Não que o ator não se preocupe com essas questões. Mas para Lázaro é mais interessante encontrar uma forma de atrair qualquer tipo de telespectador.

Além do programa, Lázaro já tem outro compromisso. O ator está na Bahia gravando os episódios da microssérie Ó, Paí, Ó, adaptação do longa homônimo que a Globo deve estrear no fim de novembro.

Quando Espelho foi idealizado, a proposta era falar de assuntos relacionados a temáticas negras, mas isso não acontece mais atualmente. O que mudou de lá para cá?

LÁZARO RAMOS - Já na segunda temporada nos distanciamos um pouco dessa obrigação e isso ficou ainda mais evidente na terceira, a atual. Não é que a gente não trate de temáticas negras, mas buscamos pautas que interessam a todos os tipos de telespectadores, inclusive os negros. Eu apresento e dirijo e minha equipe tem muitos negros, então é natural que os assuntos que a gente escolhe e os próprios entrevistados criem uma identificação com esse público. Até porque essa não era a principal questão para apresentar um programa na TV a cabo.

Você entrevista pessoas mas não é jornalista. Isso o deixa inseguro?

LÁZARO RAMOS - Olha, eu ia inventar uma coisa bonita para responder e dizer que fico sempre com frio na barriga, mas seria mentira. Não tenho obrigação de surpreender na posição de entrevistador. Não tenho a pretensão de influenciar a opinião pública sobre determinado assunto, então não fico inseguro mais não. Além disso, tenho o poder da edição. Se perguntar algo muito idiota, eu corto.

Além do Espelho, você aparecerá no ar na microssérie Ó, Paí, Ó, que a Globo estréia no fim do ano. O que muda na adaptação do filme para a TV?

LÁZARO RAMOS - Uma coisa legal é o fato de que, com esse formato, é possível desenvolver histórias dos outros personagens. Ao todo são 16 e temos previstos seis episódios. Acho que vai ser uma boa oportunidade de mostrar outros traços da cultura baiana através de ganchos que saiam desses papéis. Continuo fazendo o Roque, só que ele vai se casar, se envolver com a política, enfim, essa temporada de estréia trará novidades.

Vocês já conversaram sobre futuras temporadas?

LÁZARO RAMOS - Ainda não se sabe, mas é claro que existe a possibilidade. É só a gente analisar outros projetos como o nosso. Antônia é um bom exemplo. Temos uma enorme variedade de assuntos para abordar ali. Eu sou suspeito, mas acho que a Bahia é um lugar riquíssimo culturalmente e a televisão ainda não dá tanto espaço quanto deveria à região.



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Lázaro Ramos faz TV com personalidade

Da TV Press

12/07/2008 | 07:03


Há três anos no comando do programa Espelho, do Canal Brasil (Net e Sky), Lázaro Ramos já deixou de lado a obrigação de tratar, a cada programa, de algum assunto com temática negra. Não que o ator não se preocupe com essas questões. Mas para Lázaro é mais interessante encontrar uma forma de atrair qualquer tipo de telespectador.

Além do programa, Lázaro já tem outro compromisso. O ator está na Bahia gravando os episódios da microssérie Ó, Paí, Ó, adaptação do longa homônimo que a Globo deve estrear no fim de novembro.

Quando Espelho foi idealizado, a proposta era falar de assuntos relacionados a temáticas negras, mas isso não acontece mais atualmente. O que mudou de lá para cá?

LÁZARO RAMOS - Já na segunda temporada nos distanciamos um pouco dessa obrigação e isso ficou ainda mais evidente na terceira, a atual. Não é que a gente não trate de temáticas negras, mas buscamos pautas que interessam a todos os tipos de telespectadores, inclusive os negros. Eu apresento e dirijo e minha equipe tem muitos negros, então é natural que os assuntos que a gente escolhe e os próprios entrevistados criem uma identificação com esse público. Até porque essa não era a principal questão para apresentar um programa na TV a cabo.

Você entrevista pessoas mas não é jornalista. Isso o deixa inseguro?

LÁZARO RAMOS - Olha, eu ia inventar uma coisa bonita para responder e dizer que fico sempre com frio na barriga, mas seria mentira. Não tenho obrigação de surpreender na posição de entrevistador. Não tenho a pretensão de influenciar a opinião pública sobre determinado assunto, então não fico inseguro mais não. Além disso, tenho o poder da edição. Se perguntar algo muito idiota, eu corto.

Além do Espelho, você aparecerá no ar na microssérie Ó, Paí, Ó, que a Globo estréia no fim do ano. O que muda na adaptação do filme para a TV?

LÁZARO RAMOS - Uma coisa legal é o fato de que, com esse formato, é possível desenvolver histórias dos outros personagens. Ao todo são 16 e temos previstos seis episódios. Acho que vai ser uma boa oportunidade de mostrar outros traços da cultura baiana através de ganchos que saiam desses papéis. Continuo fazendo o Roque, só que ele vai se casar, se envolver com a política, enfim, essa temporada de estréia trará novidades.

Vocês já conversaram sobre futuras temporadas?

LÁZARO RAMOS - Ainda não se sabe, mas é claro que existe a possibilidade. É só a gente analisar outros projetos como o nosso. Antônia é um bom exemplo. Temos uma enorme variedade de assuntos para abordar ali. Eu sou suspeito, mas acho que a Bahia é um lugar riquíssimo culturalmente e a televisão ainda não dá tanto espaço quanto deveria à região.

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