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Música na Vila

Começa o 8º Festival de Inverno em Paranapiacaba, em Santo André, que irá até o dia 27 de julho


Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

12/07/2008 | 07:00


Mariana Aydar é a primeira das cantoras da nova safra da MPB que tomam de assalto parte significativa da programação do 8º Festival de Inverno de Paranapiacaba, que começa neste sábado e segue até o dia 27. A paulistana, 28 anos, inaugura às 15h o concorrido palco do Clube União Lyra Serrano, espaço de shows em que a Prefeitura de Santo André divide a produção com o Sesc. Os ingressos para o Lyra e para o Viradouro são limitados e devem ser retirados com duas horas de antecedência na bilheteria, à Rua Fox, 434.

Para se aclimatar, Mariana conheceu a Vila inglesa na semana passada. "Fiquei impressionada como um lugar tão maravilhoso pode estar tão perto de São Paulo", diz. A filha do músico Mário Manga (Premeditando o Breque) e da produtora musical Bia Aydar traz interpretações muito particulares de sambas de raiz e composições de músicos de sua geração, como respectivamente, Zé do Caroço, de Leci Brandão, Vento no Canavial, de João Donato, e Deixa o Verão, de Rodrigo Amarante (Los Hermanos e Orquestra Imperial), trio que puxou o disco de estréia, Kavita 1, nas rádios. "O espaço do show é mais intimista, mas acho que todas as músicas cabem ali. Das mais suaves até as para levantar a galera mesmo", conta.

Além do repertório do primeiro álbum, a cantora empresta sua voz para Beleza Pura, de Caetano Veloso e Vai Vadiar, de Alcino Corrêa e Monarco, sucesso na voz de Zeca Pagodinho. "Também devo cantar em criolo, uma homenagem a Cabo Verde", afirma ela, que se declara feliz por cantar em um evento gratuito. "A arte é um mecanismo muito importante e a população merece isso", avalia.

Mariana volta ao estúdio em outubro, novamente produzida por Duani, músico e diretor musical de seus shows. Na lista, mais letras de autoria da cantora. "Estou compondo mais, mas ainda não fechei o repertório", revela.

O carioca Seu Jorge, que costuma esgotar ingressos rapidamente, sobe ao palco do Viradouro às 17h. Seu último trabalho, América Brasil, O Disco, é a base da apresentação, a primeira que o músico faz contratado pelo poder público.

Neste sábado, o dia ainda reserva o jazz do tarimbado trombonista carioca Raul de Souza e convidados, às 19h, no Lyra. O Clube do Balanço encerra o primeiro dia às 21h, no Viradouro.



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