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Santo André ignora mato alto no Jardim do Estádio


Drielly Gaspar
Especial para o Diário

14/01/2013 | 07:00


As ruas do Jardim Estádio, em Santo André, estão tomadas pelo mato alto. "Desde outubro a Prefeitura não faz poda aqui", protesta a autônoma Meire Takeda, 41 anos. Ela mora e trabalha na Rua Adriático há 26 anos e diz nunca ter visto problema semelhante no bairro.

A via tem forte característica comercial e a falta de manutenção atrapalha as atividades. "Dá a impressão de lugar abandonado. Nosso bairro não é assim", comenta o gerente de açougue Roberto da Silva, 46.

O mato está tão alto que, no canteiro central, buracos se transformaram em armadilhas. Ao passar por ali, o pai de Meire, de 75 anos, caiu por não ter visto a irregularidade no chão. "Graças a Deus ele não se machucou, mas pode ser que caia outra pessoa e se machuque feio."

A falta de corte se estende pelas ruas próximas. A motorista de ônibus Janaina Mencuscini, 38, mora no bairro há cerca de 30 anos e, ao ver que ninguém viria cortar o mato, entrou em contato com a Prefeitura. Segundo ela, o prazo para retorno da ligação é de até 15 dias. "Essa espera é só para ligar de volta, imagina quanto tempo vão demorar para cortar."

A comerciante Marcia de Oliveira, 42, cobra mais atenção do Executivo. "Antes, aqui era uma graça, com tudo cortadinho e limpinho. Hoje, coloco a minha placa ali e não aparece um pedaço do que está escrito por causa do mato." Segundo ela, na época de chuvas o crescimento é mais rápido do que o normal. "Por isso deveria haver mais cuidado durante este período", exige.



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Santo André ignora mato alto no Jardim do Estádio

Drielly Gaspar
Especial para o Diário

14/01/2013 | 07:00


As ruas do Jardim Estádio, em Santo André, estão tomadas pelo mato alto. "Desde outubro a Prefeitura não faz poda aqui", protesta a autônoma Meire Takeda, 41 anos. Ela mora e trabalha na Rua Adriático há 26 anos e diz nunca ter visto problema semelhante no bairro.

A via tem forte característica comercial e a falta de manutenção atrapalha as atividades. "Dá a impressão de lugar abandonado. Nosso bairro não é assim", comenta o gerente de açougue Roberto da Silva, 46.

O mato está tão alto que, no canteiro central, buracos se transformaram em armadilhas. Ao passar por ali, o pai de Meire, de 75 anos, caiu por não ter visto a irregularidade no chão. "Graças a Deus ele não se machucou, mas pode ser que caia outra pessoa e se machuque feio."

A falta de corte se estende pelas ruas próximas. A motorista de ônibus Janaina Mencuscini, 38, mora no bairro há cerca de 30 anos e, ao ver que ninguém viria cortar o mato, entrou em contato com a Prefeitura. Segundo ela, o prazo para retorno da ligação é de até 15 dias. "Essa espera é só para ligar de volta, imagina quanto tempo vão demorar para cortar."

A comerciante Marcia de Oliveira, 42, cobra mais atenção do Executivo. "Antes, aqui era uma graça, com tudo cortadinho e limpinho. Hoje, coloco a minha placa ali e não aparece um pedaço do que está escrito por causa do mato." Segundo ela, na época de chuvas o crescimento é mais rápido do que o normal. "Por isso deveria haver mais cuidado durante este período", exige.

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