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Luiz Marinho nomeia secretário de Finanças multado em Fortaleza

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Durante governo na Capital do Ceará, Alexandre Cialdini firmou contratos sem licitação


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

28/11/2013 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), anunciou ontem o economista Alexandre Sobreira Cialdini, 49 anos, como novo secretário de Finanças. Cialdini foi titular de Finanças de Fortaleza, no Ceará, até o ano passado, e sua gestão foi condenada pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) por contratos firmados sem licitação.

Cialdini foi multado pelo TCM de Fortaleza em R$ 27.666 por fechar convênios sem licitação em 2007. A instituição enquadrou o caso como improbidade administrativa com ato doloso (quando há intenção em cometer o crime).

Em sua defesa, o novo titular de Finanças de São Bernardo alegou que as parcerias acertadas em Fortaleza foram com instituições sem fins lucrativos e que não causaram dano ao erário. A punição, entretanto, foi mantida.

Alexandre Cialdini foi secretário de Finanças da ex-prefeita fortalezense Luizianne Lins (PT), mas não continuou na prefeitura local com a posse do também petista Elmado Elmano de Freitas da Costa.

Neste ano, foi indicado ao cargo comissionado de secretário de Finanças do Tribunal de Justiça do Ceará e se desligou da vaga no fim de agosto.

Cialdini substitui Jorge Alano Silveira Garagorry, que pediu exoneração da Prefeitura de São Bernardo em agosto, alegando querer seguir carreira acadêmica. Desde então a cadeira era ocupada interinamente por Paulo Almeida, que retorna à função de secretário adjunto.

Embora a justificativa pessoal, Jorge Alano ficou na administração petista sempre com olhar de desconfiança porque, em 2005, foi um dos intelectuais a defender investigação rígida do escândalo do Mensalão ainda durante governo de Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Marinho. O documento sugeria, inclusive, processo de impeachment do ex-presidente, que não foi arrolado como réu no julgamento do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).
 



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Luiz Marinho nomeia secretário de Finanças multado em Fortaleza

Durante governo na Capital do Ceará, Alexandre Cialdini firmou contratos sem licitação

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

28/11/2013 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), anunciou ontem o economista Alexandre Sobreira Cialdini, 49 anos, como novo secretário de Finanças. Cialdini foi titular de Finanças de Fortaleza, no Ceará, até o ano passado, e sua gestão foi condenada pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) por contratos firmados sem licitação.

Cialdini foi multado pelo TCM de Fortaleza em R$ 27.666 por fechar convênios sem licitação em 2007. A instituição enquadrou o caso como improbidade administrativa com ato doloso (quando há intenção em cometer o crime).

Em sua defesa, o novo titular de Finanças de São Bernardo alegou que as parcerias acertadas em Fortaleza foram com instituições sem fins lucrativos e que não causaram dano ao erário. A punição, entretanto, foi mantida.

Alexandre Cialdini foi secretário de Finanças da ex-prefeita fortalezense Luizianne Lins (PT), mas não continuou na prefeitura local com a posse do também petista Elmado Elmano de Freitas da Costa.

Neste ano, foi indicado ao cargo comissionado de secretário de Finanças do Tribunal de Justiça do Ceará e se desligou da vaga no fim de agosto.

Cialdini substitui Jorge Alano Silveira Garagorry, que pediu exoneração da Prefeitura de São Bernardo em agosto, alegando querer seguir carreira acadêmica. Desde então a cadeira era ocupada interinamente por Paulo Almeida, que retorna à função de secretário adjunto.

Embora a justificativa pessoal, Jorge Alano ficou na administração petista sempre com olhar de desconfiança porque, em 2005, foi um dos intelectuais a defender investigação rígida do escândalo do Mensalão ainda durante governo de Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Marinho. O documento sugeria, inclusive, processo de impeachment do ex-presidente, que não foi arrolado como réu no julgamento do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).
 

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