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Ronaldo, o Fenômeno

Este ano será o último da carreira de um dos maiores atacantes que o Brasil já produziu: Ronaldo Luís Nazário de Lima.


Especial para o Diário

11/01/2011 | 00:00


Este ano será o último da carreira de um dos maiores atacantes que o Brasil já produziu: Ronaldo Luís Nazário de Lima. O jogador de 34 anos marcou mais de 300 gols na carreira e, não tivesse tantos problemas físicos ao longo dos anos, teria chegado certamente pelo menos perto dos 1.000 gols. É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com 15 gols, sendo campeão pela Seleção em 1994 (como reserva) e em 2002, marcando os dois tentos da final contra a Alemanha, no Japão.

Rápido, habilidoso e com um faro de gol implacável, Ronaldo fará muita falta. Os jogadores atuais não têm o carisma do Fenômeno. Não têm a bola do Fenômeno. Este jogador merece todas as homenagens possíveis e imagináveis. Merece um grande jogo de despedida da Seleção e também do Corinthians.

A torcida é que a temporada 2011 para Ronaldo seja perfeita, sem lesões, com títulos e muitas bolas nas redes adversárias. E não é exagero colocá-lo numa galeria ao lado de grandes craques da nossa história como Garrincha, Pelé, Zico, Leônidas, Ademir de Menezes, Romário, Vavá, Rivellino e tantos outros. A aposentadoria de Ronaldo marcará o fim de uma era no futebol brasileiro. E para aparecer outro fenômeno como ele, será difícil.

 

CANDIDATOS

A Copa no Brasil e alguns nomes do nosso futebol surgem com força para substituir Ronaldo no coração da torcida brasileira. Alexandre Pato atua na mesma posição do Fenômeno e tem tudo para se consagrar com a camisa do Milan e da Seleção Brasileira. Outro é Neymar. Aos 18 anos, é um craque. Diferentemente de Ronaldo, joga como segundo atacante, um pouco mais longe da área. Mas se tiver a carreira bem administrada, poderá ser, a curto prazo, o maior jogador do Brasil e do mundo. E Pato também.

 

 

 



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Ronaldo, o Fenômeno

Este ano será o último da carreira de um dos maiores atacantes que o Brasil já produziu: Ronaldo Luís Nazário de Lima.

Especial para o Diário

11/01/2011 | 00:00


Este ano será o último da carreira de um dos maiores atacantes que o Brasil já produziu: Ronaldo Luís Nazário de Lima. O jogador de 34 anos marcou mais de 300 gols na carreira e, não tivesse tantos problemas físicos ao longo dos anos, teria chegado certamente pelo menos perto dos 1.000 gols. É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com 15 gols, sendo campeão pela Seleção em 1994 (como reserva) e em 2002, marcando os dois tentos da final contra a Alemanha, no Japão.

Rápido, habilidoso e com um faro de gol implacável, Ronaldo fará muita falta. Os jogadores atuais não têm o carisma do Fenômeno. Não têm a bola do Fenômeno. Este jogador merece todas as homenagens possíveis e imagináveis. Merece um grande jogo de despedida da Seleção e também do Corinthians.

A torcida é que a temporada 2011 para Ronaldo seja perfeita, sem lesões, com títulos e muitas bolas nas redes adversárias. E não é exagero colocá-lo numa galeria ao lado de grandes craques da nossa história como Garrincha, Pelé, Zico, Leônidas, Ademir de Menezes, Romário, Vavá, Rivellino e tantos outros. A aposentadoria de Ronaldo marcará o fim de uma era no futebol brasileiro. E para aparecer outro fenômeno como ele, será difícil.

 

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A Copa no Brasil e alguns nomes do nosso futebol surgem com força para substituir Ronaldo no coração da torcida brasileira. Alexandre Pato atua na mesma posição do Fenômeno e tem tudo para se consagrar com a camisa do Milan e da Seleção Brasileira. Outro é Neymar. Aos 18 anos, é um craque. Diferentemente de Ronaldo, joga como segundo atacante, um pouco mais longe da área. Mas se tiver a carreira bem administrada, poderá ser, a curto prazo, o maior jogador do Brasil e do mundo. E Pato também.

 

 

 

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