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Irã tem direito legítimo de enriquecer urânio, diz ministro


Da AFP

04/08/2004 | 13:48


O ministro das Relações Exteriores iraniano, Kamal Karazi, afirmou nesta quarta-feira que seu país tem um "direito legítimo" de enriquecer urânio, apesar da pressão da comunidade internacional para que o Irã desista dessa iniciativa.

"Não permitiremos nunca que nosso inimigo pisoteie nossos direitos legítimos inscritos nas convenções internacionais", declarou Karazi, segundo a agência oficial Irna."Vamos lutar por nossos direitos junto à comunidade internacional em resposta ao clima nefasto que nossos inimigos criaram contra o Irã", declarou.

A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), agência de segurança nuclear da ONU, pede à República islâmica que desista de seu projeto de enriquecer o urânio. Apesar dos acordos internacionais não proibirem o Irã de realizar esta tarefa, a AIEA teme que a tecnologia destinada ao fornecimento de combustível para as futuras centrais energéticas iranianas seja utilizada na fabricação de uma arma atômica.

O governo iraniano garante que a única finalidade de seu programa é civil e aceitou em outubro do 2003 suspender o enriquecimento como um ato de boa fé. Mas sempre deixou claro que esta suspensão é provisória e voluntária.



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Irã tem direito legítimo de enriquecer urânio, diz ministro

Da AFP

04/08/2004 | 13:48


O ministro das Relações Exteriores iraniano, Kamal Karazi, afirmou nesta quarta-feira que seu país tem um "direito legítimo" de enriquecer urânio, apesar da pressão da comunidade internacional para que o Irã desista dessa iniciativa.

"Não permitiremos nunca que nosso inimigo pisoteie nossos direitos legítimos inscritos nas convenções internacionais", declarou Karazi, segundo a agência oficial Irna."Vamos lutar por nossos direitos junto à comunidade internacional em resposta ao clima nefasto que nossos inimigos criaram contra o Irã", declarou.

A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), agência de segurança nuclear da ONU, pede à República islâmica que desista de seu projeto de enriquecer o urânio. Apesar dos acordos internacionais não proibirem o Irã de realizar esta tarefa, a AIEA teme que a tecnologia destinada ao fornecimento de combustível para as futuras centrais energéticas iranianas seja utilizada na fabricação de uma arma atômica.

O governo iraniano garante que a única finalidade de seu programa é civil e aceitou em outubro do 2003 suspender o enriquecimento como um ato de boa fé. Mas sempre deixou claro que esta suspensão é provisória e voluntária.

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