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MS: 5 mil cabeças de gado são abatidas por causa da aftosa


Da Agência Brasil

25/02/2007 | 13:47


O governo brasileiro vai abater 60 mil cabeças de gado para conter a febre aftosa nos municípios sul-mato-grossenses de Eldorado, Japorã  e Mundo Novo. Há dois anos, as três cidades estão interditadas  e monitoradas por causa da doença. A operação começou no início da semana e, desde então, cerca de 5 mil animais já foram abatidos.

Segundo o coordenador de combate à febre aftosa do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, diferentemente do sacrifício sanitário, quando o animal doente é morto e enterrado, nesta operação será possível o abate para consumo da carne, que será destinada aos mercados de Mato Grosso do Sul e de outros Estados.

Para que a carne desses animais possa ser consumida, ela passa por um tratamento especial. "Limpamos o foco, tendo um critério técnico e dando total garantia sanitária para o mercado que consumirá o produto, no sentido de que toda carne vai ser maturada, ou seja resfriada", explicou Marques. A maturação permite que o PH da carne baixe a menos de 6 e,  conseqüentemente, inviabilize qualquer vírus de febre aftosa que possa estar no produto.

Guilherme  Marques não soube precisar o prejuízo causado pela doença nos últimos dois anos no Mato Grosso do Sul, Estado que  detém o segundo maior rebanho do país.


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MS: 5 mil cabeças de gado são abatidas por causa da aftosa

Da Agência Brasil

25/02/2007 | 13:47


O governo brasileiro vai abater 60 mil cabeças de gado para conter a febre aftosa nos municípios sul-mato-grossenses de Eldorado, Japorã  e Mundo Novo. Há dois anos, as três cidades estão interditadas  e monitoradas por causa da doença. A operação começou no início da semana e, desde então, cerca de 5 mil animais já foram abatidos.

Segundo o coordenador de combate à febre aftosa do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, diferentemente do sacrifício sanitário, quando o animal doente é morto e enterrado, nesta operação será possível o abate para consumo da carne, que será destinada aos mercados de Mato Grosso do Sul e de outros Estados.

Para que a carne desses animais possa ser consumida, ela passa por um tratamento especial. "Limpamos o foco, tendo um critério técnico e dando total garantia sanitária para o mercado que consumirá o produto, no sentido de que toda carne vai ser maturada, ou seja resfriada", explicou Marques. A maturação permite que o PH da carne baixe a menos de 6 e,  conseqüentemente, inviabilize qualquer vírus de febre aftosa que possa estar no produto.

Guilherme  Marques não soube precisar o prejuízo causado pela doença nos últimos dois anos no Mato Grosso do Sul, Estado que  detém o segundo maior rebanho do país.

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