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Dengue e mobilização social

Na Saúde pública a participação da sociedade é fundamental...


Dgabc

09/05/2012 | 00:00


Artigo

Na Saúde pública a participação da sociedade é fundamental, sobretudo no SUS (Sistema Único de Saúde) e especialmente em relação ao controle de doenças transmissíveis. A dengue atinge mais de uma centena de países em todo o mundo e representa grande preocupação das autoridades de Saúde, uma vez que ainda não há vacina preventiva disponível. Com quatro variantes do vírus em circulação pelo Brasil, a possibilidade de reinfecções aumenta o risco de desenvolvimento de formas graves de dengue, como a febre hemorrágica.

Cerca de 80% dos criadouros do Aedes estão no interior das residências, em recipientes com água parada como pneus, garrafas, vasos de plantas, além de caixas-d'água destampadas e calhas. O governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, lançou, no segundo semestre de 2011, um Plano de Intensificação das Ações de Vigilância e Controle da Dengue mobilizando prefeitos e gestores de Saúde de 283 municípios paulistas considerados prioritários, definidos com base em indicadores como série histórica de dengue, índices de infestação predial e densidade populacional.

Nos três primeiros meses deste ano, a despeito da entrada do vírus do tipo 4 da dengue no Estado, com potencial de provocar epidemia de grandes proporções em razão do alto número de pessoas suscetíveis, houve 90% menos casos da doença na comparação com o mesmo período de 2011, conforme dados informados pelas secretarias municipais de Saúde.

Os resultados parciais apontam o acerto do plano paulista, que incluiu novidades em relação às ações executadas nos anos anteriores, como apoio dos agentes da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) nas visitas casa a casa, não somente em ações de nebulização, capacitação dos agentes de controle de vetores, agentes comunitários e o chamado ‘treinamento express' para profissionais de Saúde, no próprio local de trabalho, focando temas como manejo clínico, avaliação de risco e organização de serviços. O controle da dengue é intenso e contínuo. No fim de março, por exemplo, São Paulo promoveu uma Semana Estadual de Combate à Dengue, com atividades especiais de mobilização e alerta por todo o Estado, em parceria com as prefeituras. Contamos com o imprescindível apoio de todos os paulistas nesta batalha pela Saúde pública e pela vida.

Giovanni Guido Cerri é médico, professor e secretário de Estado da Saúde de São Paulo. Marcos Boulos é médico, professor e coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde de SP.

PALAVRA DO LEITOR

Poupança

O anúncio das novas regras na caderneta de poupança não poderia ser diferente! Esperar o quê dessa gente que governa o País? Dona Dilma deu seu presente no mês das mães aos brasileiros. Mas, aguardem, isso é só o começo do pacote de maldades. Por que não corrige a tabela do Imposto de Renda integralmente e acaba com o fator previdenciário se tem maioria no Congresso? Cadê as reformas fiscal e tributária? Os incompetentes FHC e Lula não fizeram? A corja de Brasília deveria era reduzir os salários e benefícios e diminuir a corrupção. Sim, diminuir, pois isso nunca vai acabar com essa classe política que está aí. Este é o Brasil, País que sempre será de poucos.

Ailton Gomes, Ribeirão Pires

Jurisprudência

A secretária de Assuntos Jurídicos do prefeito de Mauá, Oswaldo Dias, Ana Paula, sustenta o veto ao reajuste dos conselheiros dizendo que há jurisprudências que equiparam estes a servidores públicos. Se assim é, senhora secretária, por que então não estender os benefícios dos servidores aos conselheiros, que não têm vale-transporte,vale-refeição, convênio médico, vale-compras, banco de horas entre outros? Acredito que a secretária e o governo só enxergam a jurisprudência quando prejudica. Se beneficia, ela não existe.

Gecimar Evangelista, Mauá

Sem luz

Estou indignada com a forma como Santo André vem sendo administrada em alguns setores. Moro em Utinga, Santo André. Em frente à minha casa há um poste de iluminação pública. Desde janeiro, o mesmo encontra-se sem luz. Já abri vários protocolos, solicitando que troquem a lâmpada e nada. A resposta que tenho é a de que o serviço já foi feito. A lâmpada fica em frente à janela do meu quarto. Posso garantir que não perdi a visão e que faço uso das minhas faculdades mentais, não sou louca. A AES Eletropaulo disse que quem cuida do poste é a Prefeitura. E a administração municipal afirma que já resolveu meu problema. Desde o dia 25 de abril aguardo a ouvidoria me ligar para saber se já foi resolvido. Detalhe: prometeram-me o telefonema desde 25 de março. Cansei de tanto descaso. Sou moradora, contribuinte e é um absurdo o que está acontecendo. Queria que meus direitos fossem respeitados. Queria voltar a ter orgulho da minha cidade.

Elisabete M. Silva, Santo André

Novo slogan

O Brasil tem pobreza, mas não é por falta de dinheiro. É por falta de honestidade governamental. Portanto, o povo exige que a presidente Dilma substitua o atual slogan para ‘País rico é país com governo honesto!'

José Carlos Costa, Capital

Vila Valparaíso

É incrível como a atual gestão de Santo André tem a capacidade de começar obra e abandonar com rapidez imensa. No dia 4 de março foi publicado o início das obras no então abandonado campo do 7 de Setembro e, em menos de dois meses, está lá o mesmo campo, de novo abandonado, só que desta vez, no lugar dos matos, vemos grandes valas abertas por trator com água parada e raízes de árvores de no mínimo quatro ou cinco décadas espalhadas na calçada da Rua Igarapava, servindo de estímulo para os mal-educados que aproveitam a deixa e jogam entulho e móveis, obstruindo a passagem. O que me deixa mais indignado é que foi feito em parte do terreno um muro com alambrado, só que o restante do material está ao vento, sem nenhuma fiscalização por parte da Prefeitura ou da empreiteira que realizava a obra. São pilhas de blocos e montes de areia abandonados. Ou seja, nosso dinheiro espalhado pela cidade ao Deus dará.

Euripes S.de Aquino Júnior, Santo André 



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