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Ex-prefeitos não têm vaga cativa na Câmara, diz Tiago

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato ao Legislativo cita que Aidan e Grana verão mesma dificuldade que demais postulantes


Raphael Rocha
Diário do Grande ABC

07/10/2020 | 00:01


Ex-vereador e ex-secretário de Cultura de Santo André, Tiago Nogueira (PT), que tenta voltar neste ano à Câmara, avaliou que os ex-prefeitos Aidan Ravin (Republicanos) e Carlos Grana (PT) “não terão cadeira cativa” no Legislativo, analisando que ambos enfrentarão as mesmas dificuldades em busca do voto do que os demais postulantes a uma das 21 vagas na casa.

“Há bônus, claro, eles são mais conhecidos, mas há ônus também, porque ser prefeito também traz certa rejeição. Além disso, faz o eleitor se questionar sobre o fato de eles (Aidan e Grana), ex-prefeitos, tentarem ser vereadores agora. Não rebaixando a função de um vereador, longe disso. Mas causa certo questionamento no eleitor”, considerou o petista, que exerceu dois mandatos na Câmara.

Para Tiago, a crise sanitária causada pela Covid-19 tornou a eleição ainda mais difícil, em especial a de vereadores. Outro ingrediente que gera mais incertezas é a mudança com relação as coligações – as proporcionais estão vetadas neste pleito, o que forçou partidos a apostarem em chapas completas em busca de representatividade legislativa.

“PT e PSDB, além de alguns outros partidos, têm chapas fortes de candidatos a vereador, mas acredito que todas essas alterações provocarão pulverização de partidos na Câmara. Há alguns nomes que vão sofrer para reeleição”, afirmou Tiago.

Sobre a corrida ao Paço de Santo André, Tiago acredita ser plausível ver a hoje vereadora Bete Siraque, candidata do PT à Prefeitura, chegar ao segundo turno contra o atual prefeito, Paulo Serra (PSDB), que tenta a reeleição. “Os atuais gestores tiveram protagonismo com a pandemia, faziam lives diárias. Agora, em especial na periferia, o PT tem muito espaço para crescer. Há um eleitorado que reconhece tudo que o PT fez”, disse ele, emendando que a cartilha de benfeitorias é o trunfo do petismo para impedir que o Psol, que neste ano em Santo André aposta em Bruno Daniel como prefeiturável, avance território sobre os eleitores de esquerda. “O Psol é um partido aliado, é importante que se diga. Mas temos vantagem de já termos sido governo, aqui em Santo André e no País.” 



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Ex-prefeitos não têm vaga cativa na Câmara, diz Tiago

Candidato ao Legislativo cita que Aidan e Grana verão mesma dificuldade que demais postulantes

Raphael Rocha
Diário do Grande ABC

07/10/2020 | 00:01


Ex-vereador e ex-secretário de Cultura de Santo André, Tiago Nogueira (PT), que tenta voltar neste ano à Câmara, avaliou que os ex-prefeitos Aidan Ravin (Republicanos) e Carlos Grana (PT) “não terão cadeira cativa” no Legislativo, analisando que ambos enfrentarão as mesmas dificuldades em busca do voto do que os demais postulantes a uma das 21 vagas na casa.

“Há bônus, claro, eles são mais conhecidos, mas há ônus também, porque ser prefeito também traz certa rejeição. Além disso, faz o eleitor se questionar sobre o fato de eles (Aidan e Grana), ex-prefeitos, tentarem ser vereadores agora. Não rebaixando a função de um vereador, longe disso. Mas causa certo questionamento no eleitor”, considerou o petista, que exerceu dois mandatos na Câmara.

Para Tiago, a crise sanitária causada pela Covid-19 tornou a eleição ainda mais difícil, em especial a de vereadores. Outro ingrediente que gera mais incertezas é a mudança com relação as coligações – as proporcionais estão vetadas neste pleito, o que forçou partidos a apostarem em chapas completas em busca de representatividade legislativa.

“PT e PSDB, além de alguns outros partidos, têm chapas fortes de candidatos a vereador, mas acredito que todas essas alterações provocarão pulverização de partidos na Câmara. Há alguns nomes que vão sofrer para reeleição”, afirmou Tiago.

Sobre a corrida ao Paço de Santo André, Tiago acredita ser plausível ver a hoje vereadora Bete Siraque, candidata do PT à Prefeitura, chegar ao segundo turno contra o atual prefeito, Paulo Serra (PSDB), que tenta a reeleição. “Os atuais gestores tiveram protagonismo com a pandemia, faziam lives diárias. Agora, em especial na periferia, o PT tem muito espaço para crescer. Há um eleitorado que reconhece tudo que o PT fez”, disse ele, emendando que a cartilha de benfeitorias é o trunfo do petismo para impedir que o Psol, que neste ano em Santo André aposta em Bruno Daniel como prefeiturável, avance território sobre os eleitores de esquerda. “O Psol é um partido aliado, é importante que se diga. Mas temos vantagem de já termos sido governo, aqui em Santo André e no País.” 

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