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6 fatores que podem atrapalhar o funcionamento do Wi-Fi

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

06/10/2020 | 19:18


O consumo de internet no Brasil cresceu notoriamente durante a quarentena. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a procura por planos de internet em território nacional aumentou entre 40% e 50%. Também houve um crescimento nas reclamações sobre qualidade, funcionamento e reparo das bandas largas fixas, que passaram de 8,7 mil para 15,7 mil queixas ao longo do período.

É importante ressaltar, no entanto, que a contratação de um plano de internet de alta velocidade não é garantia de melhor conexão. Isso porque vários fatores podem interferir na qualidade da conexão via Wi-Fi e do sinal de internet. “É fundamental observar alguns pontos, desde o roteador ideal para o seu pacote até o posicionamento do equipamento. Tudo isso acaba impactando diretamente na qualidade da conexão”, explica Marcello Liviero, Diretor de Nacional de Vendas da TP-Link no Brasil.

Abaixo, o especialista da TP-Link separou uma lista com seis fatores que impactam a qualidade das conexões de Wi-Fi. Confira!

Leia mais:
6 dicas para melhorar a segurança do Wi-Fi doméstico
Esqueceu? Veja como descobrir a senha do Wi-Fi que você está conectado
Conheça os mitos e verdades sobre o Wi-Fi

1. Posição do roteador

O sinal Wi-Fi é uma onda de rádio que sofre mudanças em sua intensidade conforme a distância entre o roteador e os dispositivos conectados a ele. Quanto mais distante, menor a intensidade de sinal e menor a velocidade disponível.

“Além disso, quanto mais paredes estiverem entre o roteador e os aparelhos conectados, menor será a intensidade do sinal. Por isso, é importante que ele seja colocado em uma posição central da casa, como a sala de estar. Posicioná-lo em um local alto, evitando outras barreiras como móveis também é recomendado”, indica Marcello.

2. Proximidade com certos objetos

Certos aparelhos e objetos podem atrapalhar significativamente o desempenho dos roteadores. “Aquários, espelhos, telas LCD, telefones sem fio, equipamentos que emitem sinais de rádio, estruturas metálicas e paredes muito espessas podem causar interferências e prejudicar a instabilidade do sinal”, alerta o especialista da TP-Link.

3. Configurações de rede

Configurar corretamente o equipamento é a etapa essencial para manter a rede em um bom funcionamento. Além disso, é fundamental estabelecer parâmetros de segurança elevados, como senhas mais fortes. “Utilizar sequências seguras e verificar quais dispositivos estão conectados ao roteador são boas práticas que evitam acessos indesejados e sobrecarga da rede”, aponta Marcello.

4. Frequência

Alguns equipamentos utilizam apenas a frequência de 2.4 GHz. No caso de modelos dual band, que operam em duas frequências, é importante distribuir os dispositivos conectados para não sobrecarregar umas das faixas de transmissão e, assim, melhorar significativamente a qualidade da rede. Vale destacar que a faixa de 5.0 GHz suporta um número maior de dispositivos conectados e sofre menos interferência de outros equipamentos.

5. Software desatualizado

Assim como outros equipamentos, os roteadores recebem atualizações frequentes para otimização de seu funcionamento. O procedimento auxilia na melhora do desempenho do aparelho, além de aumentar sua vida útil.

6. Apostar em novas tecnologias de conexão

As tecnologias de conexão Wi-Fi evoluem constantemente, sendo comum surgir opções cada vez mais avançadas, rápidas ou que permite mais equipamentos conectados simultaneamente. “É importante se informar sobre as tecnologias disponíveis no mercado como AC e Mesh. Avaliar qual é a mais adequadas para seu perfil de consumo é o ideal, pois uma conexão móvel para um usuário residencial dificilmente vai atender às expectativas de um gamer ou de uma família com vários integrantes em casa”, reforça Marcello.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga



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6 fatores que podem atrapalhar o funcionamento do Wi-Fi

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

06/10/2020 | 19:18


O consumo de internet no Brasil cresceu notoriamente durante a quarentena. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a procura por planos de internet em território nacional aumentou entre 40% e 50%. Também houve um crescimento nas reclamações sobre qualidade, funcionamento e reparo das bandas largas fixas, que passaram de 8,7 mil para 15,7 mil queixas ao longo do período.

É importante ressaltar, no entanto, que a contratação de um plano de internet de alta velocidade não é garantia de melhor conexão. Isso porque vários fatores podem interferir na qualidade da conexão via Wi-Fi e do sinal de internet. “É fundamental observar alguns pontos, desde o roteador ideal para o seu pacote até o posicionamento do equipamento. Tudo isso acaba impactando diretamente na qualidade da conexão”, explica Marcello Liviero, Diretor de Nacional de Vendas da TP-Link no Brasil.

Abaixo, o especialista da TP-Link separou uma lista com seis fatores que impactam a qualidade das conexões de Wi-Fi. Confira!

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Esqueceu? Veja como descobrir a senha do Wi-Fi que você está conectado
Conheça os mitos e verdades sobre o Wi-Fi

1. Posição do roteador

O sinal Wi-Fi é uma onda de rádio que sofre mudanças em sua intensidade conforme a distância entre o roteador e os dispositivos conectados a ele. Quanto mais distante, menor a intensidade de sinal e menor a velocidade disponível.

“Além disso, quanto mais paredes estiverem entre o roteador e os aparelhos conectados, menor será a intensidade do sinal. Por isso, é importante que ele seja colocado em uma posição central da casa, como a sala de estar. Posicioná-lo em um local alto, evitando outras barreiras como móveis também é recomendado”, indica Marcello.

2. Proximidade com certos objetos

Certos aparelhos e objetos podem atrapalhar significativamente o desempenho dos roteadores. “Aquários, espelhos, telas LCD, telefones sem fio, equipamentos que emitem sinais de rádio, estruturas metálicas e paredes muito espessas podem causar interferências e prejudicar a instabilidade do sinal”, alerta o especialista da TP-Link.

3. Configurações de rede

Configurar corretamente o equipamento é a etapa essencial para manter a rede em um bom funcionamento. Além disso, é fundamental estabelecer parâmetros de segurança elevados, como senhas mais fortes. “Utilizar sequências seguras e verificar quais dispositivos estão conectados ao roteador são boas práticas que evitam acessos indesejados e sobrecarga da rede”, aponta Marcello.

4. Frequência

Alguns equipamentos utilizam apenas a frequência de 2.4 GHz. No caso de modelos dual band, que operam em duas frequências, é importante distribuir os dispositivos conectados para não sobrecarregar umas das faixas de transmissão e, assim, melhorar significativamente a qualidade da rede. Vale destacar que a faixa de 5.0 GHz suporta um número maior de dispositivos conectados e sofre menos interferência de outros equipamentos.

5. Software desatualizado

Assim como outros equipamentos, os roteadores recebem atualizações frequentes para otimização de seu funcionamento. O procedimento auxilia na melhora do desempenho do aparelho, além de aumentar sua vida útil.

6. Apostar em novas tecnologias de conexão

As tecnologias de conexão Wi-Fi evoluem constantemente, sendo comum surgir opções cada vez mais avançadas, rápidas ou que permite mais equipamentos conectados simultaneamente. “É importante se informar sobre as tecnologias disponíveis no mercado como AC e Mesh. Avaliar qual é a mais adequadas para seu perfil de consumo é o ideal, pois uma conexão móvel para um usuário residencial dificilmente vai atender às expectativas de um gamer ou de uma família com vários integrantes em casa”, reforça Marcello.

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