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Transtorno de ansiedade: busca na internet sobre o assunto cresce 50% desde março

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

24/08/2020 | 16:48


Especialistas apontam que o distanciamento social vem impactando o psicológico das pessoas. Para compreender o que o brasileiro vem buscando na internet relacionado ao assunto, a SEMrush realizou um levantamento que aponta o comportamento de pesquisas sobre transtornos psicológicos, distúrbios alimentares e busca por ajuda.

Leia mais:
Insônia, raiva, ansiedade? Conheça sites que ajudam a lidar com emoções difíceis
10 podcasts para estimular o autoconhecimento
5 aplicativos de meditação para você começar agora a ter uma vida mais zen

Tratamentos psicológicos

Enquanto as pesquisas por “transtorno de ansiedade” saltaram em 50%, em comparação com o período antes do distanciamento, a partir de março – mês que foi decretado a pandemia de covid-19 no País –, as buscas por “terapia” e “psicólogo online” cresceram 50% e 83%, respectivamente.

Os brasileiros também buscaram por remédios para tratamentos psicológicos. Aqui, o crescimento foi de 22% para “medicamentos para ansiedade” e “medicamentos para dormir”. É importante ressaltar que esses compostos podem apenas ser receitados por médicos e há grandes riscos na automedicação.

Ainda foi possível notar aumento de 50% em pesquisas por “sintomas de crise de ansiedade”,  enquanto “como controlar a ansiedade” subiu 22%. Um ponto positivo neste cenário é que os dados apontam um interesse maior pelo autocuidado. A busca pelo termo “meditação” cresceu 49%. Já “exercícios de respiração”, muito utilizados no ioga e em meditações para ajudar na concentração e no controle da ansiedade, teve alta de 82% nas pesquisas.

Distúrbios alimentares

Um ponto alarmante do levantamento é o crescimento na busca por distúrbios alimentares entre fevereiro e março de 2020. Foi possível notar uma alta de 22% no termo “anorexia” e 50% para “bulimia”. Mais preocupante são as pesquisas por “distúrbio alimentar”. Ela subiu 22% em março, saltou para 50% em abril e foi para 84% em maio. Já a busca por “nutricionista online” cresceu 50% em abril, 83% em maio e 124% em junho.

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Transtorno de ansiedade: busca na internet sobre o assunto cresce 50% desde março

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

24/08/2020 | 16:48


Especialistas apontam que o distanciamento social vem impactando o psicológico das pessoas. Para compreender o que o brasileiro vem buscando na internet relacionado ao assunto, a SEMrush realizou um levantamento que aponta o comportamento de pesquisas sobre transtornos psicológicos, distúrbios alimentares e busca por ajuda.

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Tratamentos psicológicos

Enquanto as pesquisas por “transtorno de ansiedade” saltaram em 50%, em comparação com o período antes do distanciamento, a partir de março – mês que foi decretado a pandemia de covid-19 no País –, as buscas por “terapia” e “psicólogo online” cresceram 50% e 83%, respectivamente.

Os brasileiros também buscaram por remédios para tratamentos psicológicos. Aqui, o crescimento foi de 22% para “medicamentos para ansiedade” e “medicamentos para dormir”. É importante ressaltar que esses compostos podem apenas ser receitados por médicos e há grandes riscos na automedicação.

Ainda foi possível notar aumento de 50% em pesquisas por “sintomas de crise de ansiedade”,  enquanto “como controlar a ansiedade” subiu 22%. Um ponto positivo neste cenário é que os dados apontam um interesse maior pelo autocuidado. A busca pelo termo “meditação” cresceu 49%. Já “exercícios de respiração”, muito utilizados no ioga e em meditações para ajudar na concentração e no controle da ansiedade, teve alta de 82% nas pesquisas.

Distúrbios alimentares

Um ponto alarmante do levantamento é o crescimento na busca por distúrbios alimentares entre fevereiro e março de 2020. Foi possível notar uma alta de 22% no termo “anorexia” e 50% para “bulimia”. Mais preocupante são as pesquisas por “distúrbio alimentar”. Ela subiu 22% em março, saltou para 50% em abril e foi para 84% em maio. Já a busca por “nutricionista online” cresceu 50% em abril, 83% em maio e 124% em junho.

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