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MDB diz que Vanessa pode ser prefeiturável em Mauá

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

31/12/2019 | 06:14


O presidente do MDB de Mauá, Marcos Ratti, admitiu que a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB) poderá ser candidata a prefeita no pleito de outubro. É a primeira vez que dirigentes políticos próximos da ex-parlamentar reconhecem seu retorno ao tabuleiro eleitoral da cidade. Ela está longe das urnas há cinco anos.

Ratti não quis cravar se Vanessa será ou não candidata. Ele citou ainda a possibilidade de a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), mãe da ex-parlamentar, ser a candidata. Esse projeto passou a ser especulado depois do impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB), quando Alaíde herdou a cadeira – o socialista retornou ao posto por força de liminar, em setembro.

“Ela (Vanessa) está para decidir se sai ou não candidata, ou se será a dona Alaíde. Estamos trabalhando com essas duas hipóteses”, afirmou o mandatário, ao emendar que a viabilidade jurídica de eventual candidatura de Vanessa ao Paço seria avaliada só após essa definição.

Em 2016, então no exercício do cargo na Assembleia Legislativa, Vanessa teve o mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por crime eleitoral cometido na eleição municipal de 2012. A decisão da mais alta corte eleitoral também deixou a emedebista inelegível até 2020. Há entendimento interno de que, em outubro, a pena já teria sido cumprida.

Desde o pleito de 2014, quando disputou a reeleição com liminar, Vanessa está fora das urnas. Dois anos depois, foi cassada e abriu mão de tentar concorrer à Prefeitura para fechar apoio a Atila. Em troca, Júnior Orosco (PDT), seu então marido, foi escolhido como vice na chapa do socialista. Como a Justiça Eleitoral impugnou a candidatura do vice, Orosco foi substituído por Alaíde. O racha entre Atila e a família Damo, no entanto, veio do ano passado para cá, depois que Atila deixou o comando do Paço devido às duas prisões. Com a ausência do socialista, Alaíde demitiu os aliados do titular e formatou o próprio governo. Hoje, está de volta ao posto de vice, posto que lhe confere pouca ou quase nenhuma visibilidade política. Por outro lado, tem apostado em interações nas redes sociais.

Já Atila depende do julgamento do mérito do pedido de anulação do impeachment para saber se será candidato à reeleição. O socialista voltou ao posto por força de liminar conquistada no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), mas a questão ainda tem de ser apreciada na primeira instância. Além da cassação do cargo de prefeito, Atila também teve os direitos políticos suspensos por cinco anos e inelegível por oito com base na Lei da Ficha Limpa.
Vanessa Damo não retornou aos contatos da equipe do Diário para comentar a possibilidade de voltar às urnas no ano que vem. 



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MDB diz que Vanessa pode ser prefeiturável em Mauá

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

31/12/2019 | 06:14


O presidente do MDB de Mauá, Marcos Ratti, admitiu que a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB) poderá ser candidata a prefeita no pleito de outubro. É a primeira vez que dirigentes políticos próximos da ex-parlamentar reconhecem seu retorno ao tabuleiro eleitoral da cidade. Ela está longe das urnas há cinco anos.

Ratti não quis cravar se Vanessa será ou não candidata. Ele citou ainda a possibilidade de a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), mãe da ex-parlamentar, ser a candidata. Esse projeto passou a ser especulado depois do impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB), quando Alaíde herdou a cadeira – o socialista retornou ao posto por força de liminar, em setembro.

“Ela (Vanessa) está para decidir se sai ou não candidata, ou se será a dona Alaíde. Estamos trabalhando com essas duas hipóteses”, afirmou o mandatário, ao emendar que a viabilidade jurídica de eventual candidatura de Vanessa ao Paço seria avaliada só após essa definição.

Em 2016, então no exercício do cargo na Assembleia Legislativa, Vanessa teve o mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por crime eleitoral cometido na eleição municipal de 2012. A decisão da mais alta corte eleitoral também deixou a emedebista inelegível até 2020. Há entendimento interno de que, em outubro, a pena já teria sido cumprida.

Desde o pleito de 2014, quando disputou a reeleição com liminar, Vanessa está fora das urnas. Dois anos depois, foi cassada e abriu mão de tentar concorrer à Prefeitura para fechar apoio a Atila. Em troca, Júnior Orosco (PDT), seu então marido, foi escolhido como vice na chapa do socialista. Como a Justiça Eleitoral impugnou a candidatura do vice, Orosco foi substituído por Alaíde. O racha entre Atila e a família Damo, no entanto, veio do ano passado para cá, depois que Atila deixou o comando do Paço devido às duas prisões. Com a ausência do socialista, Alaíde demitiu os aliados do titular e formatou o próprio governo. Hoje, está de volta ao posto de vice, posto que lhe confere pouca ou quase nenhuma visibilidade política. Por outro lado, tem apostado em interações nas redes sociais.

Já Atila depende do julgamento do mérito do pedido de anulação do impeachment para saber se será candidato à reeleição. O socialista voltou ao posto por força de liminar conquistada no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), mas a questão ainda tem de ser apreciada na primeira instância. Além da cassação do cargo de prefeito, Atila também teve os direitos políticos suspensos por cinco anos e inelegível por oito com base na Lei da Ficha Limpa.
Vanessa Damo não retornou aos contatos da equipe do Diário para comentar a possibilidade de voltar às urnas no ano que vem. 

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