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Suíça reforça segurança para Foro Econômico Mundial


Do Diário do Grande ABC

27/01/2000 | 10:16


O Foro Econômico Mundial, o encontro anual de boa parte da elite econômica e política mundial, abriu esta quinta-feira sua trigésima ediçao na estaçao alpina suíça de Davos, com a presença de mais de 1.600 convidados e à espera dos protestos de manifestantes antimundializaçao neste final de semana. A delegaçao brasileira terá 28 pessoas entre autoridades, empresários e acadêmicos.

O presidente do BC, Armínio Fraga, embarca nesta quinta para a Suíça. O governador do Rio, Anthony Garotinho, também participará na condiçao de um dos cem conselheiros do Conselho de Líderes Mundiais que integra o Fórum. O presidente do BNDES, Andrea Calabi, é outro destaque da delegaçao brasileira, juntamente com o presidente da Petrobrás, Henri Philippe Reichstul, e o presidente do BankBoston,Henrique Meirelles.

Armínio Fraga dará entrevista coletiva em Davos, no sábado, às 16h05 (horário local). A entrevista será no Congress Center Conference Room Lower Level. Durante o Forum, Fraga e os demais representantes brasileiros vao participar de um painel específico sobre a economia brasileira.

A principal estrela do ``Foro do milênio'' será o presidente norte-americano Bill Clinton, o primeiro em exercício a chegar para o encontro de Davos, no próximo sábado. O lema do Foro de Davos este ano é ``Novos Horizontes: marcar a diferença''.

A grande diferença deste encontro anual e particular pode ser contudo a presença também no sábado de algumas centenas de manifestantes, agrupados em uma autodenominada Coordenadoria contra a OMC (Organizaçao Mundial do Comércio, com sede em Genebra), que têm a intençao de fazer ouvir sua voz ante os ``grandes'' do mundo.

Depois dos incidentes que causaram o fracasso da reuniao da OMC em dezembro passado na cidade norte-americana de Seattle, os principais representantes da economia multinacional e os mais de 600 jornalistas presentes em Davos têm os olhos voltados para os protestos do sábado. Nao é a primeira vez que grupos de cidadaos (europeus em sua maioria) se manifestam contra a realizaçao do Foro na pequena estaçao alpina.

Este ano, o governo helvético determinou um reforço das medidas de segurança habituais, com mais 70 soldados, na previsao de qualquer eventualidade. Os oposicionistas querem se manifestar no sábado, coincidindo com a curta permanência de Clinton (que chegará com uma comitiva de mais de mil pessoas, incluindo jornalistas), mas as autoridades do cantao suíço querem adiar esse protesto para o domingo.

``A manifestaçao prevista para o sábado será mantida, autorizada ou nao'', reafirmou a porta-voz da Coordenadoria contra a OMC em Berna, Vera Sommer.



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