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Segundo dia de cúpula no Vaticano sobre abusos sexuais analisa relatórios da ONU

pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


22/02/2019 | 10:11


O segundo dia da cúpula histórica realizada no Vaticano sobre os abusos de crianças e adolescentes por parte do clero começou nesta sexta-feira, 22, com a distribuição de relatórios das agências das Nações Unidas sobre a violência contra menores. Os cardeais presentes pediram uma nova cultura de responsabilidade na Igreja Católica para punir bispos e autoridades religiosas que falharem quanto à proteção de crianças de padres abusadores.

O cardeal americano Joseph Cupich disse que novos procedimentos legais são necessários e que especialistas devem estar envolvidos em cada etapa do processo de investigação e punição de autoridades católicas que acobertarem abusos.

Além disso, o cardeal indiano Oswald Gracias ressaltou que bispos devem se responsabilizar e trabalhar juntos porque o problema não está confinado apenas a uma parte do mundo.

O moderador da reunião, Federico Lombardi, explicou que o papa Francisco, que estava presente, quis que os 190 líderes da Igreja Católica, entre eles 114 representantes das Conferências Episcopais de todo o mundo, tivessem para sua reflexão os documentos da ONU "Para um mundo livre de violência" e "Um rosto familiar: a violência na vida de crianças e adolescentes", da Unicef.

Na semana passada, o comitê organizador da cúpula e o papa se reuniram com a representante das Nações Unidas para violência contra menores, María Santos Pais. Nesta sexta-feira, foi lida uma mensagem dela na qual expressa sua esperança de que o material "possa servir de apoio aos esforços da Igreja para acelerar seu compromisso com relação a este tema tão importante".

A sessão começou com uma oração e a leitura de um breve testemunho de uma vítima: "Quando fui abusada por um sacerdote, a minha mãe Igreja me deixou sozinha. Quando precisava de alguém na Igreja para falar sobre meu abuso e minha solidão, todos se esconderam". (Com agências internacionais).



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Segundo dia de cúpula no Vaticano sobre abusos sexuais analisa relatórios da ONU


22/02/2019 | 10:11


O segundo dia da cúpula histórica realizada no Vaticano sobre os abusos de crianças e adolescentes por parte do clero começou nesta sexta-feira, 22, com a distribuição de relatórios das agências das Nações Unidas sobre a violência contra menores. Os cardeais presentes pediram uma nova cultura de responsabilidade na Igreja Católica para punir bispos e autoridades religiosas que falharem quanto à proteção de crianças de padres abusadores.

O cardeal americano Joseph Cupich disse que novos procedimentos legais são necessários e que especialistas devem estar envolvidos em cada etapa do processo de investigação e punição de autoridades católicas que acobertarem abusos.

Além disso, o cardeal indiano Oswald Gracias ressaltou que bispos devem se responsabilizar e trabalhar juntos porque o problema não está confinado apenas a uma parte do mundo.

O moderador da reunião, Federico Lombardi, explicou que o papa Francisco, que estava presente, quis que os 190 líderes da Igreja Católica, entre eles 114 representantes das Conferências Episcopais de todo o mundo, tivessem para sua reflexão os documentos da ONU "Para um mundo livre de violência" e "Um rosto familiar: a violência na vida de crianças e adolescentes", da Unicef.

Na semana passada, o comitê organizador da cúpula e o papa se reuniram com a representante das Nações Unidas para violência contra menores, María Santos Pais. Nesta sexta-feira, foi lida uma mensagem dela na qual expressa sua esperança de que o material "possa servir de apoio aos esforços da Igreja para acelerar seu compromisso com relação a este tema tão importante".

A sessão começou com uma oração e a leitura de um breve testemunho de uma vítima: "Quando fui abusada por um sacerdote, a minha mãe Igreja me deixou sozinha. Quando precisava de alguém na Igreja para falar sobre meu abuso e minha solidão, todos se esconderam". (Com agências internacionais).

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